Marcos de Castro
EQUIPE
26/09/2026 • 07:01
Para entender como diagnosticar a leishmaniose tegumentar, é importante lembrar que essa doença é causada por protozoários do gênero Leishmania, que se instalam nas lesões de pele, formando úlceras geralmente com bordas elevadas. O diagnóstico parasitológico é feito a partir da observação direta do parasita nas lesões.
Então, o procedimento padrão consiste em coletar amostras na borda da úlcera, pois é onde o parasita está mais presente. Para isso, higieniza-se a área para evitar contaminação, faz-se uma escarificação (raspagem) da borda da lesão para obter células infectadas e realiza-se um esfregaço com esse material, que depois é corado para facilitar a visualização do parasita no microscópio.
Outras alternativas, como o uso de gota espessa (usado na malária) ou coleta de sangue venoso (não eficaz para essa forma) não são indicadas no caso da leishmaniose tegumentar. Também não se deve coletar material do centro da úlcera, pois lá o parasita é escasso ou ausente.
Portanto, a alternativa correta é a b) que descreve o procedimento ideal para diagnóstico parasitológico da leishmaniose tegumentar.
Gabarito: b
Então, o procedimento padrão consiste em coletar amostras na borda da úlcera, pois é onde o parasita está mais presente. Para isso, higieniza-se a área para evitar contaminação, faz-se uma escarificação (raspagem) da borda da lesão para obter células infectadas e realiza-se um esfregaço com esse material, que depois é corado para facilitar a visualização do parasita no microscópio.
Outras alternativas, como o uso de gota espessa (usado na malária) ou coleta de sangue venoso (não eficaz para essa forma) não são indicadas no caso da leishmaniose tegumentar. Também não se deve coletar material do centro da úlcera, pois lá o parasita é escasso ou ausente.
Portanto, a alternativa correta é a b) que descreve o procedimento ideal para diagnóstico parasitológico da leishmaniose tegumentar.
Gabarito: b