O exame parasitológico de fezes (EPF) permite a identificação de muitos paras...

O exame parasitológico de fezes (EPF) permite a identificação de muitos parasitas que causam doenças importantes nos homens e animais. A respeito do preparo e realização do EPF, analise as alternat...


publicidade
O exame parasitológico de fezes (EPF) permite a identificação de muitos parasitas que causam doenças importantes nos homens e animais. A respeito do preparo e realização do EPF, analise as alternativas a seguir e assinale a alternativa incorreta.
Analisando...
publicidade

🚀 Desbloqueie a explicação completa

Veja comentários detalhados e resoluções exclusivas para entender o gabarito desta questão.

Criar conta grátis
  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro EQUIPE
    26/09/2026 • 05:01
    Vamos falar um pouco sobre o exame parasitológico de fezes (EPF), que é muito importante para detectar diversos parasitas que podem causar doenças tanto em humanos quanto em animais. Esse exame envolve aspectos importantes sobre a coleta e o manuseio das amostras para garantir um resultado confiável.

    Começando pela alternativa a), ela está correta ao afirmar que a amostra não precisa ser colhida necessariamente pela manhã, mas é fundamental que não contenha papel higiênico ou urina, que podem atrapalhar o exame.

    Na alternativa b), também está correta a informação de que não há necessidade de jejum ou restrição alimentar, e que as amostras podem ser frescas ou conservadas, seja por refrigeração ou com formol a 10%, que é um conservante comum usado para manter a integridade dos parasitas.

    A alternativa c) destaca que a análise das amostras diarreicas deve ser feita em até 30 minutos para melhor visualização dos trofozoítas, que são formas móveis e sensíveis de protozoários; essa orientação também está correta, pois o atraso pode comprometer a detecção.

    Na alternativa d), temos uma incorreção: Enterobius vermicularis, o famoso oxiúro, é um nematódeo cujas formas adultas não são encontradas nas fezes para exame, pois os ovos são coletados normalmente pela técnica do troca-fita na região perianal, e não pela análise direta das fezes. Assim, afirmar que formas adultas desse parasita podem ser visualizadas na análise macroscópica das fezes é errado.

    Por último, a alternativa e) diz que as amostras devem estar isentas de água e urina para evitar interferência nos resultados, o que está correto, principalmente para evitar degeneração e lise de trofozoítas, comprometendo a análise.

    Portanto, a única alternativa incorreta é a d).
publicidade
🍪

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.