Equipe Gabarite
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26/09/2026 • 02:01
Vamos falar sobre o ELISA, que é uma técnica laboratorial bastante utilizada no diagnóstico de diversas doenças, incluindo a doença de Chagas na fase crônica. Essa técnica funciona principalmente para detectar a presença de anticorpos ou antígenos específicos no soro do paciente, usando enzimas que reagem com substratos para gerar uma mudança de cor que é medida pela fotometria.
No ELISA indireto, que é o mais comum para a detecção de anticorpos, os antígenos do parasita são fixados na placa, e o soro do paciente é adicionado para verificar se há anticorpos que se ligam a esses antígenos. Em seguida, utiliza-se um anticorpo secundário conjugado a uma enzima que reconhece os anticorpos do paciente. Quando adicionado o substrato, ocorre uma reação colorimétrica que pode ser quantificada.
As proteínas recombinantes são antígenos produzidos por engenharia genética para tornar o teste mais específico e sensível, minimizando reações cruzadas.
Analisando as alternativas, a letra b) descreve corretamente o ELISA indireto com antígenos recombinantes fixados na microplaca, que reagem com anticorpos do soro formando imunocomplexos detectados por enzima e medidos por fotometria, exatamente como é feito para o diagnóstico do Chagas na fase crônica. As outras opções descrevem outras variações de ELISA ou apresentam erros técnicos, como o uso de fluorescência que não é o método padrão para esse teste na doença de Chagas.
Portanto, a alternativa correta é a letra b).
No ELISA indireto, que é o mais comum para a detecção de anticorpos, os antígenos do parasita são fixados na placa, e o soro do paciente é adicionado para verificar se há anticorpos que se ligam a esses antígenos. Em seguida, utiliza-se um anticorpo secundário conjugado a uma enzima que reconhece os anticorpos do paciente. Quando adicionado o substrato, ocorre uma reação colorimétrica que pode ser quantificada.
As proteínas recombinantes são antígenos produzidos por engenharia genética para tornar o teste mais específico e sensível, minimizando reações cruzadas.
Analisando as alternativas, a letra b) descreve corretamente o ELISA indireto com antígenos recombinantes fixados na microplaca, que reagem com anticorpos do soro formando imunocomplexos detectados por enzima e medidos por fotometria, exatamente como é feito para o diagnóstico do Chagas na fase crônica. As outras opções descrevem outras variações de ELISA ou apresentam erros técnicos, como o uso de fluorescência que não é o método padrão para esse teste na doença de Chagas.
Portanto, a alternativa correta é a letra b).