Marcos de Castro
EQUIPE
25/09/2026 • 20:01
Vamos falar um pouco sobre a Leishmaniose visceral e o ciclo de vida do protozoário do gênero Leishmania. Esse parasita tem um ciclo de vida do tipo heteroxeno, ou seja, ele precisa de dois hospedeiros diferentes para completar seu desenvolvimento: o vetor, que é o flebótomo (um tipo de mosquito), e o hospedeiro vertebrado, como o ser humano ou outros animais.
Durante o ciclo, o parasita apresenta duas formas morfológicas principais. A forma promastigota, que é flagelada, encontrada no vetor, e que é infectante para o hospedeiro vertebrado. No interior das células do hospedeiro, o parasita se transforma na forma amastigota, que é imóvel e parasitária intracelular, ou seja, vive dentro das células, especialmente dos macrófagos.
Com isso, podemos eliminar as alternativas que mencionam ciclo monoxeno (que é quando o parasita passa seu ciclo em um único hospedeiro) e aquelas que dão informações incorretas sobre as formas do parasita.
Portanto, a alternativa correta é a que descreve o ciclo heteroxeno, com as formas promastigota (infectante, flagelada) e amastigota (imóvel, parasitária intracelular). Isso corresponde à alternativa a).
Durante o ciclo, o parasita apresenta duas formas morfológicas principais. A forma promastigota, que é flagelada, encontrada no vetor, e que é infectante para o hospedeiro vertebrado. No interior das células do hospedeiro, o parasita se transforma na forma amastigota, que é imóvel e parasitária intracelular, ou seja, vive dentro das células, especialmente dos macrófagos.
Com isso, podemos eliminar as alternativas que mencionam ciclo monoxeno (que é quando o parasita passa seu ciclo em um único hospedeiro) e aquelas que dão informações incorretas sobre as formas do parasita.
Portanto, a alternativa correta é a que descreve o ciclo heteroxeno, com as formas promastigota (infectante, flagelada) e amastigota (imóvel, parasitária intracelular). Isso corresponde à alternativa a).