Marcos de Castro
EQUIPE
25/09/2026 • 20:01
Vamos conversar sobre esse caso bacana! O paciente apresenta febre intermitente e eosinofilia, que é um aumento dos eosinófilos no sangue, algo que geralmente está ligado a infecções parasitárias, especialmente por helmintos. Além disso, o exame parasitológico usando o método de Hoffman revelou larvas rabditoides - que são as larvas com faringe musculosa e cauda alongada, características típicas de Strongyloides stercoralis, o agente da estrongiloidíase.
A estrongiloidíase é uma infecção causada por esse parasita, muito comum em regiões tropicais e subtropicais, além de áreas de mata fechada, como a do Amapá. O método de Hoffman é bom para identificar ovos e algumas larvas, mas para Strongyloides em específico, a técnica de Baermann-Moraes é considerada mais eficaz para aumentar a recuperação das larvas, pois ela é um método que permite a migração ativa das larvas para um meio aquoso, facilitando a visualização.
Analisando as alternativas:
- Opção A fala de esquistossomose, causada por Schistosoma mansoni, que produz ovos, não larvas rabditoides, e seu diagnóstico é via Kato-Katz, mas esse parasita não tem relação com as larvas vistas.
- Opção B fala de estrongiloidíase e recomenda o método correto para diagnóstico complementar, a Baermann-Moraes, sendo assim, correta.
- Opção C menciona Ascaris lumbricoides e gota espessa, que não é o método padrão, e o tratamento emergencial com ivermectina não é usual para ascaridíase.
- Opção D fala de tricuríase e sorologia, que não é usada rotineiramente e a identificação é por ovos no exame de fezes, não sorologia.
- Opção E menciona ancilostomíase (vermes), mas a notificação compulsória semanal não é padrão e o método para contagem larvária específica não é rotina nem diagnóstico principal.
Portanto, a alternativa correta é a letra B, que aponta para estrongiloidíase e o uso da técnica de Baermann-Moraes para melhorar o diagnóstico além do método de Hoffman.
A estrongiloidíase é uma infecção causada por esse parasita, muito comum em regiões tropicais e subtropicais, além de áreas de mata fechada, como a do Amapá. O método de Hoffman é bom para identificar ovos e algumas larvas, mas para Strongyloides em específico, a técnica de Baermann-Moraes é considerada mais eficaz para aumentar a recuperação das larvas, pois ela é um método que permite a migração ativa das larvas para um meio aquoso, facilitando a visualização.
Analisando as alternativas:
- Opção A fala de esquistossomose, causada por Schistosoma mansoni, que produz ovos, não larvas rabditoides, e seu diagnóstico é via Kato-Katz, mas esse parasita não tem relação com as larvas vistas.
- Opção B fala de estrongiloidíase e recomenda o método correto para diagnóstico complementar, a Baermann-Moraes, sendo assim, correta.
- Opção C menciona Ascaris lumbricoides e gota espessa, que não é o método padrão, e o tratamento emergencial com ivermectina não é usual para ascaridíase.
- Opção D fala de tricuríase e sorologia, que não é usada rotineiramente e a identificação é por ovos no exame de fezes, não sorologia.
- Opção E menciona ancilostomíase (vermes), mas a notificação compulsória semanal não é padrão e o método para contagem larvária específica não é rotina nem diagnóstico principal.
Portanto, a alternativa correta é a letra B, que aponta para estrongiloidíase e o uso da técnica de Baermann-Moraes para melhorar o diagnóstico além do método de Hoffman.