Matheus Fernandes
EQUIPE
25/09/2026 • 19:01
Vamos falar um pouco sobre a Leishmaniose cutânea e seu diagnóstico. Essa doença é causada por protozoários do gênero Leishmania, que apresentam diferentes formas em seu ciclo de vida. No hospedeiro mamífero, a forma encontrada nos tecidos é a amastigota, que é uma forma intracelular, ou seja, dentro das células do sistema imune chamadas macrófagos. Portanto, para confirmar a presença do parasito em tecido lesado, a identificação da forma amastigota em lâminas coradas é o método mais direto e comum.
As outras formas mencionadas como epimastigota, promastigota e tripomastigota não são características da Leishmania no hospedeiro mamífero. A forma promastigota, por exemplo, é encontrada no hospedeiro vetor, que são os flebotomíneos (mosquitos-palha), mas não aparece diretamente nas lesões da pele. A epimastigota e tripomastigota são formas associadas a outros protozoários, como Trypanosoma, que causam doenças diferentes.
Assim, a alternativa correta é aquela que indica a identificação da forma amastigota em seções coradas do tecido lesionado, pois este é o método clássico utilizado para o diagnóstico direto da Leishmaniose cutânea.
As outras formas mencionadas como epimastigota, promastigota e tripomastigota não são características da Leishmania no hospedeiro mamífero. A forma promastigota, por exemplo, é encontrada no hospedeiro vetor, que são os flebotomíneos (mosquitos-palha), mas não aparece diretamente nas lesões da pele. A epimastigota e tripomastigota são formas associadas a outros protozoários, como Trypanosoma, que causam doenças diferentes.
Assim, a alternativa correta é aquela que indica a identificação da forma amastigota em seções coradas do tecido lesionado, pois este é o método clássico utilizado para o diagnóstico direto da Leishmaniose cutânea.