Equipe Gabarite
EQUIPE
25/09/2026 • 18:01
Quando falamos de técnicas para diagnóstico de protozooses e helmintíases intestinais, um ponto crucial é a preparação correta do material para facilitar a identificação microscópica dos parasitas, especialmente ovos de helmintos. A técnica de centrífugo-sedimentação com formalina-éter é bastante utilizada, pois permite concentrar os ovos e cistos presentes nas amostras fecais. Um detalhe importante é o pH da formalina usada nesse procedimento: o pH pode influenciar a preservação e a integridade dos ovos. Em geral, a formalina com pH neutro ou levemente alcalino (próximo a 7) é suficiente para conservar os ovos sem causar alterações que dificultem a visualização.
Agora, a afirmativa diz que a formalina com pH 10 é a mais indicada para recuperar ovos de ancilostomídeos, o que não está correto. Na prática, pH tão alcalino pode até danificar os ovos ou alterar suas características, dificultando o diagnóstico. Portanto, o uso da formalina com pH em torno de 7,0 é o recomendado para evitar essas alterações e permitir uma boa recuperação dos ovos para exame microscópico.
Dessa forma, a afirmativa está incorreta, pois indica um pH muito alcalino (10) como o ideal, o que não condiz com a prática e literatura técnicas sobre o assunto.
Agora, a afirmativa diz que a formalina com pH 10 é a mais indicada para recuperar ovos de ancilostomídeos, o que não está correto. Na prática, pH tão alcalino pode até danificar os ovos ou alterar suas características, dificultando o diagnóstico. Portanto, o uso da formalina com pH em torno de 7,0 é o recomendado para evitar essas alterações e permitir uma boa recuperação dos ovos para exame microscópico.
Dessa forma, a afirmativa está incorreta, pois indica um pH muito alcalino (10) como o ideal, o que não condiz com a prática e literatura técnicas sobre o assunto.