David Castilho
EQUIPE
01/10/2026 • 09:02
Vamos falar um pouco sobre o Desfibrilador Externo Automático (DEA) e seus cuidados na utilização. O DEA é um aparelho que pode salvar vidas ao identificar ritmos cardíacos que requerem desfibrilação e aplicar um choque elétrico para restabelecer o ritmo normal do coração.
É importante conhecer algumas precauções para garantir a segurança e eficácia da aplicação. Por exemplo, embora existam dispositivos implantados como marcapasso, isso não impede a aplicação do DEA; deve-se evitar colocar os eletrodos diretamente sobre o dispositivo, mas o DEA pode ser usado normalmente.
No caso de pacientes do sexo masculino com muito pelo no tórax, realmente é recomendável raspar a área antes de colocar os eletrodos, pois isso melhora o contato e a condução do choque.
Quando o paciente usa medicamentos em adesivo na pele (como cataplasmas ou cremes medicinais), os eletrodos não devem ser colocados sobre esses adesivos, mas nem sempre se coloca ao lado; geralmente, deve-se retirar o adesivo para evitar interferências.
Sobre o tórax molhado, esta é uma situação delicada, pois a água pode dificultar a condução elétrica adequada e oferecer riscos; recomendo sempre secar o tórax antes da colocação dos eletrodos.
Quanto ao uso em crianças, existem modelos específicos de DEA com ajustes para menores e, portanto, o aparelho não é contraindicado para crianças, apenas requer adaptação.
Analisando as alternativas:
a) Incorreto; DEA pode ser usado em pacientes com marcapasso, evitando a área onde ele está implantado.
b) Correto; excesso de pelo pode atrapalhar o contato dos eletrodos, por isso a recomendação de raspar.
c) Incorreto; não se instala o DEA na lateral do medicamento adesivo, mas é melhor retirar o adesivo se possível.
d) Incorreto; o tórax deve ser seco antes, pois a umidade pode causar falha no choque ou riscos.
e) Incorreto; o DEA pode ser usado em crianças com dispositivos apropriados.
Portanto, a alternativa correta é a letra b.
É importante conhecer algumas precauções para garantir a segurança e eficácia da aplicação. Por exemplo, embora existam dispositivos implantados como marcapasso, isso não impede a aplicação do DEA; deve-se evitar colocar os eletrodos diretamente sobre o dispositivo, mas o DEA pode ser usado normalmente.
No caso de pacientes do sexo masculino com muito pelo no tórax, realmente é recomendável raspar a área antes de colocar os eletrodos, pois isso melhora o contato e a condução do choque.
Quando o paciente usa medicamentos em adesivo na pele (como cataplasmas ou cremes medicinais), os eletrodos não devem ser colocados sobre esses adesivos, mas nem sempre se coloca ao lado; geralmente, deve-se retirar o adesivo para evitar interferências.
Sobre o tórax molhado, esta é uma situação delicada, pois a água pode dificultar a condução elétrica adequada e oferecer riscos; recomendo sempre secar o tórax antes da colocação dos eletrodos.
Quanto ao uso em crianças, existem modelos específicos de DEA com ajustes para menores e, portanto, o aparelho não é contraindicado para crianças, apenas requer adaptação.
Analisando as alternativas:
a) Incorreto; DEA pode ser usado em pacientes com marcapasso, evitando a área onde ele está implantado.
b) Correto; excesso de pelo pode atrapalhar o contato dos eletrodos, por isso a recomendação de raspar.
c) Incorreto; não se instala o DEA na lateral do medicamento adesivo, mas é melhor retirar o adesivo se possível.
d) Incorreto; o tórax deve ser seco antes, pois a umidade pode causar falha no choque ou riscos.
e) Incorreto; o DEA pode ser usado em crianças com dispositivos apropriados.
Portanto, a alternativa correta é a letra b.