Equipe Gabarite
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01/10/2026 • 07:01
Essa questão aborda os cuidados imediatos em casos de suspeita de parada cardiorrespiratória com base nas orientações da American Heart Association de 2015 e protocolos do SAMU 192 de 2016. É importante primeiro entender o cenário: parada cardiorrespiratória refere-se à ausência de pulso central e respiração inadequada ou ausente. Caso o paciente esteja inconsciente, sem respiração ou com respiração agonizante (gasping) e sem pulso, deve-se iniciar imediatamente a Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), que inclui compressões torácicas e ventilação.
Na alternativa A, há um erro: se há pulso, não se deve iniciar RCP, mas sim suporte ventilatório e monitorar.
Na B, existe a recomendação de abrir via aérea e fornecer insuflações a cada 5 a 6 segundos (equivalente a 10 a 12 ventilações por minuto) e verificar pulso a cada 2 minutos no caso em que a respiração está ausente e pulso ausente, o que coincide com o manejo correto da parada respiratória e parada cardíaca.
Na C, a ventilação está correta para pulso presente, mas a opção fala em seguir protocolo de parada respiratória. Isso faz sentido, já que existe pulso, mas sem respiração adequada.
Nas alternativas D e E, há menções ao DEA - Desfibrilador Externo Automático. O DEA só é utilizado em pacientes sem pulso, porque é para tratar arritmias chocáveis. Quando há pulso, mesmo sem respiração, o DEA não deve ser utilizado e a compressão torácica deve ser evitada para não prejudicar a circulação. Portanto, as alternativas que sugerem uso do DEA com pulso presente estão incorretas.
Assim, pela análise, a alternativa correta é a C, que indica que com pulso presente e respiração ausente ou gasping, deve-se abrir a via aérea e aplicar insuflações a cada 5 a 6 segundos, acompanhando o pulso, seguindo o protocolo de parada respiratória.
Na alternativa A, há um erro: se há pulso, não se deve iniciar RCP, mas sim suporte ventilatório e monitorar.
Na B, existe a recomendação de abrir via aérea e fornecer insuflações a cada 5 a 6 segundos (equivalente a 10 a 12 ventilações por minuto) e verificar pulso a cada 2 minutos no caso em que a respiração está ausente e pulso ausente, o que coincide com o manejo correto da parada respiratória e parada cardíaca.
Na C, a ventilação está correta para pulso presente, mas a opção fala em seguir protocolo de parada respiratória. Isso faz sentido, já que existe pulso, mas sem respiração adequada.
Nas alternativas D e E, há menções ao DEA - Desfibrilador Externo Automático. O DEA só é utilizado em pacientes sem pulso, porque é para tratar arritmias chocáveis. Quando há pulso, mesmo sem respiração, o DEA não deve ser utilizado e a compressão torácica deve ser evitada para não prejudicar a circulação. Portanto, as alternativas que sugerem uso do DEA com pulso presente estão incorretas.
Assim, pela análise, a alternativa correta é a C, que indica que com pulso presente e respiração ausente ou gasping, deve-se abrir a via aérea e aplicar insuflações a cada 5 a 6 segundos, acompanhando o pulso, seguindo o protocolo de parada respiratória.