David Castilho
EQUIPE
01/10/2026 • 07:01
Vamos conversar um pouco sobre crises psiquiátricas e os cuidados de enfermagem nesse momento delicado. Uma crise acontece quando a pessoa está enfrentando uma dificuldade emocional que extrapola sua capacidade de lidar, gerando uma situação de descontrole e sofrimento intenso. O papel do enfermeiro é oferecer suporte, acolhimento e facilitar a retomada do equilíbrio emocional.
É importante que o profissional incentive a expressão dos sentimentos, e não o contrário. Reprimir emoções pode aumentar a angústia do paciente, então a alternativa a) já está incorreta.
Quanto a direcionar o diálogo para o momento atual, isso é fundamental, pois a crise ocorre no presente e trabalhar com o que está acontecendo agora ajuda a pessoa a se reorganizar. Já a alternativa b) parece uma boa opção.
Ajudar a pessoa a se tornar consciente dos sentimentos que deram origem à crise (alternativa c) é algo que pode ser feito, mas em momentos de crise aguda o foco principal é no momento presente, e essa consciência pode vir em um momento posterior, em acompanhamento terapêutico mais estruturado.
Avaliar o uso de mecanismos de enfrentamento mal sucedidos (alternativa d) também faz parte do processo de cuidado, pois entender o que não está funcionando ajuda a elaborar novas estratégias, mas, similar à alternativa c, costuma ser mais uma etapa posterior, não imediata na crise.
Invalidar a compreensão do evento estressante (alternativa e), ou seja, desacreditar o que a pessoa sente, é um erro grave, pois pode aumentar o sofrimento e a sensação de isolamento.
Portanto, a alternativa que melhor reflete um cuidado correto e imediato na crise é a b) Direcionar o diálogo com o paciente para o momento atual.
É importante que o profissional incentive a expressão dos sentimentos, e não o contrário. Reprimir emoções pode aumentar a angústia do paciente, então a alternativa a) já está incorreta.
Quanto a direcionar o diálogo para o momento atual, isso é fundamental, pois a crise ocorre no presente e trabalhar com o que está acontecendo agora ajuda a pessoa a se reorganizar. Já a alternativa b) parece uma boa opção.
Ajudar a pessoa a se tornar consciente dos sentimentos que deram origem à crise (alternativa c) é algo que pode ser feito, mas em momentos de crise aguda o foco principal é no momento presente, e essa consciência pode vir em um momento posterior, em acompanhamento terapêutico mais estruturado.
Avaliar o uso de mecanismos de enfrentamento mal sucedidos (alternativa d) também faz parte do processo de cuidado, pois entender o que não está funcionando ajuda a elaborar novas estratégias, mas, similar à alternativa c, costuma ser mais uma etapa posterior, não imediata na crise.
Invalidar a compreensão do evento estressante (alternativa e), ou seja, desacreditar o que a pessoa sente, é um erro grave, pois pode aumentar o sofrimento e a sensação de isolamento.
Portanto, a alternativa que melhor reflete um cuidado correto e imediato na crise é a b) Direcionar o diálogo com o paciente para o momento atual.