Equipe Gabarite
EQUIPE
30/09/2026 • 11:02
Essa questão aborda um tema fundamental na área da saúde pública: a vigilância epidemiológica, especialmente no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro. Quando ocorre um aumento incomum de casos de uma doença de notificação compulsória, o profissional de saúde deve agir rapidamente para controlar a disseminação e proteger a população.
A Lei Federal 8.080/1990 dispõe sobre as ações e serviços de saúde no SUS, incluindo a vigilância epidemiológica que é responsável pelo monitoramento dos agravos à saúde, identificação rápida de surtos e implementação de medidas eficazes para sua contenção. Para doenças de notificação compulsória imediata, a recomendação é notificar o caso rapidamente, sem aguardar a confirmação laboratorial definitiva, pois isso pode atrasar a resposta e facilitar o avanço da doença.
Analisando as alternativas:
a) Elaborar relatórios mensais é importante, mas muito lento para uma doença de notificação imediata; a prioridade é a ação rápida.
b) Aguardar a confirmação laboratorial para iniciar medidas é inadequado, pois isso pode comprometer o controle do surto.
c) Notificar os casos é correto, porém a notificação para doenças de notificação compulsória imediata deve ser imediata, não semanal.
d) Iniciar busca ativa de contatos para interromper a cadeia de transmissão é uma medida adequada e urgente em situações de notificação compulsória imediata.
Portanto, a conduta mais correta é a alternativa d), pois reflete a pronta resposta exigida pela vigilância epidemiológica para controlar amplamente o surto.
Gabarito: d
A Lei Federal 8.080/1990 dispõe sobre as ações e serviços de saúde no SUS, incluindo a vigilância epidemiológica que é responsável pelo monitoramento dos agravos à saúde, identificação rápida de surtos e implementação de medidas eficazes para sua contenção. Para doenças de notificação compulsória imediata, a recomendação é notificar o caso rapidamente, sem aguardar a confirmação laboratorial definitiva, pois isso pode atrasar a resposta e facilitar o avanço da doença.
Analisando as alternativas:
a) Elaborar relatórios mensais é importante, mas muito lento para uma doença de notificação imediata; a prioridade é a ação rápida.
b) Aguardar a confirmação laboratorial para iniciar medidas é inadequado, pois isso pode comprometer o controle do surto.
c) Notificar os casos é correto, porém a notificação para doenças de notificação compulsória imediata deve ser imediata, não semanal.
d) Iniciar busca ativa de contatos para interromper a cadeia de transmissão é uma medida adequada e urgente em situações de notificação compulsória imediata.
Portanto, a conduta mais correta é a alternativa d), pois reflete a pronta resposta exigida pela vigilância epidemiológica para controlar amplamente o surto.
Gabarito: d