Ingrid Nunes
EQUIPE
30/09/2026 • 06:01
Essa questão aborda um tema frequente na prática de enfermagem: os cuidados com pacientes que utilizam sondas nasoenterais para alimentação por dieta enteral contínua. É fundamental que o enfermeiro saiba as medidas corretas para garantir a segurança do paciente e a eficácia do procedimento.
A posição do paciente durante a infusão da dieta enteral é fundamental. Manter a cabeceira elevada entre 30 e 45 graus é uma recomendação-chave para evitar complicações como a broncoaspiração, que pode ocorrer quando o conteúdo gástrico volta para os pulmões. Essa medida reduz bastante o risco de pneumonia aspirativa.
Quanto às outras alternativas:
- Decúbito lateral não é recomendado para facilitar a alimentação enteral, pelo contrário, a posição ideal é semi-sentada.
- Realizar a infusão mesmo com resíduo gástrico elevado pode ser perigoso, pois indica que o estômago não está esvaziando adequadamente, aumentando o risco de aspiração.
- Interromper a dieta a cada 30 minutos para irrigar a sonda não é procedimento padrão; a irrigação geralmente ocorre em intervalos mais espaçados ou conforme necessidade, principalmente em caso de obstrução.
- Administração da dieta em temperatura fria não é indicada; o ideal é que a dieta esteja na temperatura ambiente para melhorar a tolerância e minimizar riscos.
Portanto, a alternativa correta é a letra c, que preconiza a elevação da cabeceira a 30 a 45 graus durante a infusão, medida essencial para a prevenção de broncoaspiração e para a segurança do paciente.
A posição do paciente durante a infusão da dieta enteral é fundamental. Manter a cabeceira elevada entre 30 e 45 graus é uma recomendação-chave para evitar complicações como a broncoaspiração, que pode ocorrer quando o conteúdo gástrico volta para os pulmões. Essa medida reduz bastante o risco de pneumonia aspirativa.
Quanto às outras alternativas:
- Decúbito lateral não é recomendado para facilitar a alimentação enteral, pelo contrário, a posição ideal é semi-sentada.
- Realizar a infusão mesmo com resíduo gástrico elevado pode ser perigoso, pois indica que o estômago não está esvaziando adequadamente, aumentando o risco de aspiração.
- Interromper a dieta a cada 30 minutos para irrigar a sonda não é procedimento padrão; a irrigação geralmente ocorre em intervalos mais espaçados ou conforme necessidade, principalmente em caso de obstrução.
- Administração da dieta em temperatura fria não é indicada; o ideal é que a dieta esteja na temperatura ambiente para melhorar a tolerância e minimizar riscos.
Portanto, a alternativa correta é a letra c, que preconiza a elevação da cabeceira a 30 a 45 graus durante a infusão, medida essencial para a prevenção de broncoaspiração e para a segurança do paciente.