David Castilho
EQUIPE
30/09/2026 • 06:01
Quando falamos sobre diretivas antecipadas de vontade, estamos diante de um documento legal em que o paciente expressa suas preferências sobre tratamentos e cuidados no final da vida, inclusive sobre a recusa de medidas que prolonguem a vida e outros aspectos, como assistência espiritual.
No caso apresentado, a paciente declarou explicitamente que não desejava nenhuma assistência espiritual durante sua internação ou nos momentos finais, o que inclui rituais religiosos no quarto. Essa decisão foi formalizada em cartório, conferindo-lhe caráter legal e obrigatoriedade para os profissionais de saúde respeitarem suas escolhas.
Diante disso, o enfermeiro tem o dever ético de respeitar o que foi decidido pela paciente, mesmo que a família ou visitantes desejem realizar algum ritual. O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem prevê justamente o respeito às vontades do paciente e sua autonomia, primando pela dignidade e pelos direitos individuais.
Assim, ao ser informado pelo filho e pelo líder religioso sobre a intenção de fazer um cerimonial, o enfermeiro deve comunicar que, respeitando a vontade formalmente expressa pela paciente, o ato religioso não poderá ser realizado. As outras opções, como autorizar, solicitar autorização médica ou administrativa, ou providenciar o ato, não estão adequadas porque desrespeitam a decisão da paciente.
Gabarito: letra e.
No caso apresentado, a paciente declarou explicitamente que não desejava nenhuma assistência espiritual durante sua internação ou nos momentos finais, o que inclui rituais religiosos no quarto. Essa decisão foi formalizada em cartório, conferindo-lhe caráter legal e obrigatoriedade para os profissionais de saúde respeitarem suas escolhas.
Diante disso, o enfermeiro tem o dever ético de respeitar o que foi decidido pela paciente, mesmo que a família ou visitantes desejem realizar algum ritual. O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem prevê justamente o respeito às vontades do paciente e sua autonomia, primando pela dignidade e pelos direitos individuais.
Assim, ao ser informado pelo filho e pelo líder religioso sobre a intenção de fazer um cerimonial, o enfermeiro deve comunicar que, respeitando a vontade formalmente expressa pela paciente, o ato religioso não poderá ser realizado. As outras opções, como autorizar, solicitar autorização médica ou administrativa, ou providenciar o ato, não estão adequadas porque desrespeitam a decisão da paciente.
Gabarito: letra e.