Equipe Gabarite
EQUIPE
30/09/2026 • 05:01
Vamos falar sobre rastreamento do diabetes melito tipo 2, um tema essencial para prevenir o avanço dessa doença, que afeta muita gente no Brasil e no mundo. O rastreamento ajuda a identificar precocemente quem já tem a doença ou está em risco aumentado, possibilitando intervenções antes que complicações graves apareçam.
Primeiramente, sobre fatores de risco, a história familiar é importante, mas a literatura e as diretrizes do Ministério da Saúde indicam risco maior com parentes de primeiro grau, não segundo grau; além disso, a apneia obstrutiva do sono não é tipicamente listada como fator de risco direto para DM2. Portanto, a alternativa 'a' está incorreta.
Quanto ao critério para rastreamento, o Ministério da Saúde recomenda que o exame seja feito em pessoas a partir de 45 anos, independentemente de fatores de risco, e também em pessoas mais jovens que tenham IMC elevado (geralmente acima de 25 kg/m²) e outros fatores de risco. Então, a alternativa 'b' está errada ao citar IMC ≥ 23 kg/m² para qualquer idade.
Sobre o método do exame, o rastreamento padrão é por dosagem de glicemia em jejum ou o teste de tolerância à glicose, preferencialmente em laboratório, e não por glicemia capilar, que é menos precisa. Logo, a alternativa 'c' está incorreta.
Ademais, o rastreamento deve ser repetido a cada 3 anos em indivíduos acima de 45 anos, mesmo sem fatores de risco, o que confirma a alternativa 'd' como correta.
Por fim, para mulheres com diabetes gestacional, a recomendação é realizar o teste de tolerância à glicose 6 a 12 semanas após o parto, para avaliar a continuidade ou não da condição, e não apenas 1 ano depois. Portanto, a alternativa 'e' está incorreta.
Dessa forma, a única alternativa correta, de acordo com o Ministério da Saúde 2024, é a letra d.
Primeiramente, sobre fatores de risco, a história familiar é importante, mas a literatura e as diretrizes do Ministério da Saúde indicam risco maior com parentes de primeiro grau, não segundo grau; além disso, a apneia obstrutiva do sono não é tipicamente listada como fator de risco direto para DM2. Portanto, a alternativa 'a' está incorreta.
Quanto ao critério para rastreamento, o Ministério da Saúde recomenda que o exame seja feito em pessoas a partir de 45 anos, independentemente de fatores de risco, e também em pessoas mais jovens que tenham IMC elevado (geralmente acima de 25 kg/m²) e outros fatores de risco. Então, a alternativa 'b' está errada ao citar IMC ≥ 23 kg/m² para qualquer idade.
Sobre o método do exame, o rastreamento padrão é por dosagem de glicemia em jejum ou o teste de tolerância à glicose, preferencialmente em laboratório, e não por glicemia capilar, que é menos precisa. Logo, a alternativa 'c' está incorreta.
Ademais, o rastreamento deve ser repetido a cada 3 anos em indivíduos acima de 45 anos, mesmo sem fatores de risco, o que confirma a alternativa 'd' como correta.
Por fim, para mulheres com diabetes gestacional, a recomendação é realizar o teste de tolerância à glicose 6 a 12 semanas após o parto, para avaliar a continuidade ou não da condição, e não apenas 1 ano depois. Portanto, a alternativa 'e' está incorreta.
Dessa forma, a única alternativa correta, de acordo com o Ministério da Saúde 2024, é a letra d.