Ingrid Nunes
EQUIPE
30/09/2026 • 02:01
O tema dessa questão é sobre os cuidados pós-parada cardiorrespiratória (pós-PCR), um momento crítico para garantir a estabilidade do paciente que acabou de passar por uma parada cardíaca. Após a ressuscitação, é essencial manter certos parâmetros clínicos para evitar novas complicações e garantir a recuperação dos órgãos, especialmente do cérebro.
Entre esses parâmetros, a pressão arterial média (PAM) é fundamental, pois ela garante a perfusão adequada dos órgãos vitais. Segundo as diretrizes mais recentes da American Heart Association, manter uma PAM de no mínimo 65 mmHg é crucial para assegurar uma perfusão cerebral adequada após uma parada cardíaca. Portanto, a recomendação não é nem muito baixa, que poderia levar à isquemia, nem demasiadamente alta, que poderia causar outros danos.
Assim, a alternativa correta é a que indica PAM de 65 mmHg como valor mínimo recomendado para os cuidados pós-PCR.
Entre esses parâmetros, a pressão arterial média (PAM) é fundamental, pois ela garante a perfusão adequada dos órgãos vitais. Segundo as diretrizes mais recentes da American Heart Association, manter uma PAM de no mínimo 65 mmHg é crucial para assegurar uma perfusão cerebral adequada após uma parada cardíaca. Portanto, a recomendação não é nem muito baixa, que poderia levar à isquemia, nem demasiadamente alta, que poderia causar outros danos.
Assim, a alternativa correta é a que indica PAM de 65 mmHg como valor mínimo recomendado para os cuidados pós-PCR.