Ingrid Nunes
EQUIPE
30/09/2026 • 00:01
Quando falamos sobre a avaliação da dor, especialmente na pediatria, é importante lembrar que a dor é uma experiência subjetiva, ou seja, cada criança expressa e sente a dor de uma maneira única. Por isso, os profissionais de saúde precisam utilizar escalas de dor que sejam adequadas à faixa etária e que facilitem a comunicação com a criança.
Na prática clínica pediátrica, uma das escalas mais empregadas e com maior respaldo científico para avaliar a dor é a escala de faces de Wong-Baker. Essa ferramenta utiliza figuras de rostinhos que representam níveis crescentes de desconforto, variando desde uma expressão feliz (sem dor) até uma expressão de grande sofrimento, permitindo que a criança aponte o rosto que melhor descreve sua dor, mesmo quando ela ainda não possui uma boa habilidade para quantificar a dor numericamente.
As outras escalas mencionadas podem ser usadas em pacientes mais velhos, como a escala numérica visual ou a escala visual analógica, mas na pediatria a escala de faces é amplamente recomendada. Portanto, o gabarito correto é a letra d) escala de faces de Wong-Baker.
Na prática clínica pediátrica, uma das escalas mais empregadas e com maior respaldo científico para avaliar a dor é a escala de faces de Wong-Baker. Essa ferramenta utiliza figuras de rostinhos que representam níveis crescentes de desconforto, variando desde uma expressão feliz (sem dor) até uma expressão de grande sofrimento, permitindo que a criança aponte o rosto que melhor descreve sua dor, mesmo quando ela ainda não possui uma boa habilidade para quantificar a dor numericamente.
As outras escalas mencionadas podem ser usadas em pacientes mais velhos, como a escala numérica visual ou a escala visual analógica, mas na pediatria a escala de faces é amplamente recomendada. Portanto, o gabarito correto é a letra d) escala de faces de Wong-Baker.