Ingrid Nunes
EQUIPE
30/09/2026 • 00:01
Vamos falar sobre a vacina contra a hepatite B, um assunto fundamental no controle dessa doença infecciosa. A vacina é uma das formas mais eficazes de prevenção, especialmente porque a hepatite B pode causar problemas graves no fígado.
A vacina contra a hepatite B não é atenuada (ou seja, não contém vírus vivo enfraquecido), mas sim uma vacina recombinante, baseada na proteína do envelope do vírus chamada HBsAg (antígeno de superfície). Ela é produzida em laboratório, usando técnicas de engenharia genética, e contém adjuvante como hidróxido de alumínio para melhorar a resposta imune, mas não usa timerosal atualmente, que é um composto conservante usado em algumas vacinas, mas que não está presente na vacina contra a hepatite B distribuída pelo SUS.
Quanto à indicação, a vacina é recomendada para todas as idades e deve, sim, ser administrada preferencialmente nas primeiras 12 a 24 horas após o nascimento, para reduzir a chance de transmissão vertical (da mãe para o bebê). No esquema básico, a criança que tomou a primeira dose ao nascer deve receber pelo menos mais duas doses depois, conforme calendário vacinal, geralmente com intervalo de 1 a 6 meses, e essa vacina pode ser aplicada isoladamente ou em combinação (como na vacina tetravalente, que protege contra outras doenças também).
Para quem não se vacinou ao nascer, o esquema é de três doses nos meses 0, 1 e 6, e uma dose de reforço é recomendada a cada 10 anos para garantir a imunidade. Por fim, a vacina é segura para pessoas com distúrbios hemorrágicos e para portadores do HIV, não sendo contraindicada para esses grupos.
Analisando as alternativas, a letra b) é a que apresenta a informação correta sobre a indicação da vacina para todas as faixas etárias e a administração preferencial nas primeiras 12 a 24 horas após o nascimento.
A vacina contra a hepatite B não é atenuada (ou seja, não contém vírus vivo enfraquecido), mas sim uma vacina recombinante, baseada na proteína do envelope do vírus chamada HBsAg (antígeno de superfície). Ela é produzida em laboratório, usando técnicas de engenharia genética, e contém adjuvante como hidróxido de alumínio para melhorar a resposta imune, mas não usa timerosal atualmente, que é um composto conservante usado em algumas vacinas, mas que não está presente na vacina contra a hepatite B distribuída pelo SUS.
Quanto à indicação, a vacina é recomendada para todas as idades e deve, sim, ser administrada preferencialmente nas primeiras 12 a 24 horas após o nascimento, para reduzir a chance de transmissão vertical (da mãe para o bebê). No esquema básico, a criança que tomou a primeira dose ao nascer deve receber pelo menos mais duas doses depois, conforme calendário vacinal, geralmente com intervalo de 1 a 6 meses, e essa vacina pode ser aplicada isoladamente ou em combinação (como na vacina tetravalente, que protege contra outras doenças também).
Para quem não se vacinou ao nascer, o esquema é de três doses nos meses 0, 1 e 6, e uma dose de reforço é recomendada a cada 10 anos para garantir a imunidade. Por fim, a vacina é segura para pessoas com distúrbios hemorrágicos e para portadores do HIV, não sendo contraindicada para esses grupos.
Analisando as alternativas, a letra b) é a que apresenta a informação correta sobre a indicação da vacina para todas as faixas etárias e a administração preferencial nas primeiras 12 a 24 horas após o nascimento.