Marcos de Castro
EQUIPE
30/09/2026 • 00:01
Essa questão aborda procedimentos importantes na administração de medicamentos no ambiente hospitalar, um tema fundamental para garantir segurança ao paciente.
Primeiramente, um aspecto básico e muito importante é a identificação correta do paciente, para evitar erros de medicação. A conferência da pulseira de identificação é padrão na prática clínica para garantir que o medicamento seja administrado à pessoa correta. Em casos de pacientes com baixo nível de consciência, a checagem pode ser ampliada com os familiares ou responsáveis, como diz a alternativa a. Isso é uma boa prática de segurança.
Outro ponto crítico é garantir que o medicamento que será administrado seja de fato aquele que foi prescrito, e que o paciente não tenha alergia ao medicamento, prevenindo reações adversas graves. Isso está claramente indicado na alternativa d.
Analisando as outras alternativas, b traz uma questão que envolve decisão do enfermeiro sobre a via de administração, o que, na prática, é pouco comum ao técnico de enfermagem decidir. Geralmente a via é prescrita pelo médico e seguída pela equipe.
c trata da disponibilidade de eletrólitos, que não têm relação direta com a administração da cefazolina.
e fala sobre o horário da medicação e liberando antecipações ou atrasos sem necessidade de autorização, o que não está correto, pois alterações no horário precisam de avaliação da equipe.
Entre as alternativas a e d, a alternativa d é mais completa pois engloba a verificação do medicamento e a checagem de alergias, procedimentos que são essenciais para segurança na administração. A alternativa a foca só na identificação do paciente.
Portanto, a alternativa correta é a d.
Primeiramente, um aspecto básico e muito importante é a identificação correta do paciente, para evitar erros de medicação. A conferência da pulseira de identificação é padrão na prática clínica para garantir que o medicamento seja administrado à pessoa correta. Em casos de pacientes com baixo nível de consciência, a checagem pode ser ampliada com os familiares ou responsáveis, como diz a alternativa a. Isso é uma boa prática de segurança.
Outro ponto crítico é garantir que o medicamento que será administrado seja de fato aquele que foi prescrito, e que o paciente não tenha alergia ao medicamento, prevenindo reações adversas graves. Isso está claramente indicado na alternativa d.
Analisando as outras alternativas, b traz uma questão que envolve decisão do enfermeiro sobre a via de administração, o que, na prática, é pouco comum ao técnico de enfermagem decidir. Geralmente a via é prescrita pelo médico e seguída pela equipe.
c trata da disponibilidade de eletrólitos, que não têm relação direta com a administração da cefazolina.
e fala sobre o horário da medicação e liberando antecipações ou atrasos sem necessidade de autorização, o que não está correto, pois alterações no horário precisam de avaliação da equipe.
Entre as alternativas a e d, a alternativa d é mais completa pois engloba a verificação do medicamento e a checagem de alergias, procedimentos que são essenciais para segurança na administração. A alternativa a foca só na identificação do paciente.
Portanto, a alternativa correta é a d.