Ingrid Nunes
EQUIPE
29/09/2026 • 20:01
Vamos falar sobre contracepção de emergência, que é um tema bastante relevante e prático na área da saúde pública. Esse método é utilizado para evitar uma gravidez não planejada após uma relação sexual sem proteção ou falha do método utilizado. É importante destacar que esse recurso deve estar disponível tanto para situações de consentimento quanto em casos de violência sexual, garantindo o direito da pessoa à saúde reprodutiva.
Sobre o prazo para administração da contracepção de emergência, as diretrizes clínicas estabelecem um limite máximo em horas após a relação sexual desprotegida. Geralmente, a pílula do dia seguinte deve ser tomada o quanto antes para aumentar sua eficácia, mas o limite para sua utilização é de 120 horas, ou seja, até 5 dias após a relação. Esse prazo é amplamente reconhecido e aprovado por órgãos de saúde nacionais e internacionais.
Com isso, analisando as alternativas, a única que corresponde exatamente a esse limite temporal é a letra d) 120 horas após a relação sexual desprotegida, que está de acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Prevenção da Transmissão Vertical do HIV (2022).
Sobre o prazo para administração da contracepção de emergência, as diretrizes clínicas estabelecem um limite máximo em horas após a relação sexual desprotegida. Geralmente, a pílula do dia seguinte deve ser tomada o quanto antes para aumentar sua eficácia, mas o limite para sua utilização é de 120 horas, ou seja, até 5 dias após a relação. Esse prazo é amplamente reconhecido e aprovado por órgãos de saúde nacionais e internacionais.
Com isso, analisando as alternativas, a única que corresponde exatamente a esse limite temporal é a letra d) 120 horas após a relação sexual desprotegida, que está de acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Prevenção da Transmissão Vertical do HIV (2022).