Ingrid Nunes
EQUIPE
29/09/2026 • 18:02
Vamos falar sobre infecções relacionadas a cateteres, um tema super importante na área hospitalar, porque essas infecções podem causar problemas sérios para o paciente e também aumentar os custos e a duração da internação. Primeiro, é relevante entender como essas infecções acontecem e as práticas recomendadas para prevenir e manejar esses dispositivos.
Na questão, a alternativa (a) confunde conceitos: a colonização extraluminal pode ser associada à contaminação da superfície externa do cateter, geralmente por bactérias da pele, enquanto a formação de biofilme tende a ocorrer na face interna do cateter (colonização intraluminal). Portanto, essa alternativa está incorreta na explicação da origem da colonização extraluminal.
A alternativa (b) está correta em relação à orientação sobre os cateteres inseridos em situação de emergência ou sem barreiras máximas: recomenda-se a troca para outro sítio o mais rápido possível, preferencialmente dentro de 48 horas, para minimizar riscos de infecção.
Na alternativa (c), as diretrizes atuais indicam que a troca da gaze deve ser feita a cada 48 horas, e não a cada 24 horas, enquanto as coberturas transparentes podem permanecer por até 7 dias, se limpas, secas e íntegras. Portanto, a periodicidade da troca da gaze indicada na alternativa está incorreta.
Por fim, a opção (d) confunde orientações para cateteres periféricos com a utilização de dispositivos para monitorização hemodinâmica invasiva, que envolvem transdutores descartáveis. Os transdutores geralmente devem ser trocados a cada 96 horas ou conforme protocolo da instituição, não necessariamente a cada 72 horas, e a menção de flushes e demais acessórios não está rigorosamente correta para essa indicação.
Assim, com base na análise das alternativas, a alternativa (b) é a que apresenta a informação correta sobre a conduta em relação aos cateteres inseridos em emergência ou sem barreira máxima.
Gabarito correto: b
Na questão, a alternativa (a) confunde conceitos: a colonização extraluminal pode ser associada à contaminação da superfície externa do cateter, geralmente por bactérias da pele, enquanto a formação de biofilme tende a ocorrer na face interna do cateter (colonização intraluminal). Portanto, essa alternativa está incorreta na explicação da origem da colonização extraluminal.
A alternativa (b) está correta em relação à orientação sobre os cateteres inseridos em situação de emergência ou sem barreiras máximas: recomenda-se a troca para outro sítio o mais rápido possível, preferencialmente dentro de 48 horas, para minimizar riscos de infecção.
Na alternativa (c), as diretrizes atuais indicam que a troca da gaze deve ser feita a cada 48 horas, e não a cada 24 horas, enquanto as coberturas transparentes podem permanecer por até 7 dias, se limpas, secas e íntegras. Portanto, a periodicidade da troca da gaze indicada na alternativa está incorreta.
Por fim, a opção (d) confunde orientações para cateteres periféricos com a utilização de dispositivos para monitorização hemodinâmica invasiva, que envolvem transdutores descartáveis. Os transdutores geralmente devem ser trocados a cada 96 horas ou conforme protocolo da instituição, não necessariamente a cada 72 horas, e a menção de flushes e demais acessórios não está rigorosamente correta para essa indicação.
Assim, com base na análise das alternativas, a alternativa (b) é a que apresenta a informação correta sobre a conduta em relação aos cateteres inseridos em emergência ou sem barreira máxima.
Gabarito correto: b