Equipe Gabarite
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29/09/2026 • 17:01
Essa questão aborda uma situação muito importante na neonatologia: as ações iniciais na reanimação do recém-nascido, especificamente nos primeiros 30 segundos de vida. Logo após o nascimento, é fundamental avaliar o estado do bebê para decidir quais procedimentos serão necessários para garantir a sua boa adaptação à vida extrauterina.
No caso apresentado, o recém-nascido não chorou ou respirou, está cianótico, com tônus fletido e Apgar 7 no primeiro minuto. É uma situação que demanda atenção imediata.
De acordo com as Diretrizes para Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria (2016), os primeiros passos essenciais são prover calor, posicionar a cabeça em leve extensão para manter vias aéreas pérvias, secar o bebê para estimular a respiração, e aspirar a boca e narinas suavemente se houver presença de secreção. A aspiração não deve ser agressiva nem invasiva inicialmente, e só se faz recomendada se houver obstrução aparente das vias aéreas.
A ventilação com pressão positiva só deve ser iniciada caso o bebê não inicie respiração adequada após os primeiros cuidados. O contato pele a pele é importante, mas em recém-nascidos que não respiram ou têm apgar baixo, a prioridade é a estabilização e reanimação.
Assim, a conduta correta nos primeiros 30 segundos é garantir calor, posicionar a cabeça em leve extensão, aspirar suavemente e secar o bebê, conforme descrito na alternativa (a).
No caso apresentado, o recém-nascido não chorou ou respirou, está cianótico, com tônus fletido e Apgar 7 no primeiro minuto. É uma situação que demanda atenção imediata.
De acordo com as Diretrizes para Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria (2016), os primeiros passos essenciais são prover calor, posicionar a cabeça em leve extensão para manter vias aéreas pérvias, secar o bebê para estimular a respiração, e aspirar a boca e narinas suavemente se houver presença de secreção. A aspiração não deve ser agressiva nem invasiva inicialmente, e só se faz recomendada se houver obstrução aparente das vias aéreas.
A ventilação com pressão positiva só deve ser iniciada caso o bebê não inicie respiração adequada após os primeiros cuidados. O contato pele a pele é importante, mas em recém-nascidos que não respiram ou têm apgar baixo, a prioridade é a estabilização e reanimação.
Assim, a conduta correta nos primeiros 30 segundos é garantir calor, posicionar a cabeça em leve extensão, aspirar suavemente e secar o bebê, conforme descrito na alternativa (a).