Equipe Gabarite
EQUIPE
29/09/2026 • 17:01
Esse assunto é fundamental na área neonatal, especialmente para quem atua com cuidados intensivos ou pediátricos. A gastrosquise é uma condição em que parte dos intestinos do bebê estão para fora do corpo, devido a uma abertura na parede abdominal. Isso exige cuidados específicos para evitar danos, infecções e complicações que podem agravar o quadro do recém-nascido.
Pelo enunciado, temos quatro alternativas que abordam diferentes aspectos do manejo da gastrosquise. Vamos analisar cada uma:
A) Manter sonda gástrica para lavagem e controle do resíduo gástrico é uma prática importante para evitar distensão das alças intestinais, que já estão expostas e podem ser frágeis. Isso ajuda a prevenir complicações como a distensão abdominal e melhora a ventilação e conforto do bebê.
B) A perda de calor é um problema sério em recém-nascidos com gastrosquise, justamente porque as alças intestinais expostas aumentam essa perda. Oferecer aquecimento, como calor radiante, é uma medida essencial para manter a temperatura corporal adequada.
C) Manter o recém-nascido em decúbito dorsal (de costas) não é a melhor posição aqui porque pode dificultar o retorno venoso, podendo piorar a circulação nas alças expostas. Geralmente, recomenda-se decúbito lateral ou posição que melhore essa circulação.
D) Manipular as alças intestinais com luvas estéreis, evitando manipulações repetidas e observando sinais de isquemia intestinal é essencial para minimizar riscos de infecção e dano ao tecido. Cuidados delicados e diminuição do manuseio são fundamentais para um bom prognóstico.
Portanto, os aspectos corretos da assistência de enfermagem sobre gastrosquise estão representados nas alternativas a, b e d, que destacam os cuidados essenciais. Já a alternativa c não condiz com as orientações para esse quadro.
Analisando a questão, a alternativa que destaca os cuidados mais diretamente relacionados à assistência correta e completa é a alternativa d, que fala da manipulação das alças com luvas estéreis e observa a isquemia intestinal, fundamental para o manejo.
Gabarito: d
Pelo enunciado, temos quatro alternativas que abordam diferentes aspectos do manejo da gastrosquise. Vamos analisar cada uma:
A) Manter sonda gástrica para lavagem e controle do resíduo gástrico é uma prática importante para evitar distensão das alças intestinais, que já estão expostas e podem ser frágeis. Isso ajuda a prevenir complicações como a distensão abdominal e melhora a ventilação e conforto do bebê.
B) A perda de calor é um problema sério em recém-nascidos com gastrosquise, justamente porque as alças intestinais expostas aumentam essa perda. Oferecer aquecimento, como calor radiante, é uma medida essencial para manter a temperatura corporal adequada.
C) Manter o recém-nascido em decúbito dorsal (de costas) não é a melhor posição aqui porque pode dificultar o retorno venoso, podendo piorar a circulação nas alças expostas. Geralmente, recomenda-se decúbito lateral ou posição que melhore essa circulação.
D) Manipular as alças intestinais com luvas estéreis, evitando manipulações repetidas e observando sinais de isquemia intestinal é essencial para minimizar riscos de infecção e dano ao tecido. Cuidados delicados e diminuição do manuseio são fundamentais para um bom prognóstico.
Portanto, os aspectos corretos da assistência de enfermagem sobre gastrosquise estão representados nas alternativas a, b e d, que destacam os cuidados essenciais. Já a alternativa c não condiz com as orientações para esse quadro.
Analisando a questão, a alternativa que destaca os cuidados mais diretamente relacionados à assistência correta e completa é a alternativa d, que fala da manipulação das alças com luvas estéreis e observa a isquemia intestinal, fundamental para o manejo.
Gabarito: d