Equipe Gabarite
EQUIPE
29/09/2026 • 17:01
Essa questão aborda o rastreamento do câncer de colo do útero, que é um tema importante na saúde da mulher. O exame para detecção precoce desse câncer tradicionalmente é o Papanicolau (citologia oncótica), mas com avanços, os testes moleculares para detectar o DNA do papilomavírus humano (HPV) de alto risco oncogênico têm sido incorporados, pois são mais sensíveis.
De acordo com as Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer de Colo do Útero de 2025, para mulheres assintomáticas entre 30 e 64 anos, o teste primário recomendado é o teste molecular para DNA-HPV oncogênico. Se o resultado for negativo, o exame deve ser repetido em um intervalo maior, de cerca de 5 anos, devido à alta sensibilidade do teste e a baixa chance de evolução rápida do câncer nesse grupo. Assim, a conduta correta para uma mulher de 38 anos que nunca realizou o exame é começar pelo teste molecular e, se negativo, repetir em 5 anos.
Vamos analisar as alternativas: a) está incorreta porque não se dispensa exames laboratoriais; b) está errada porque a incorporação dos testes moleculares vale para mulheres acima de 30 anos, não somente acima dos 45; d) está fora de acordo com a diretriz atual que preferem o teste molecular como primário e não a citologia anual; e) está incorreta porque não se encaminha todas para colposcopia imediata independente do resultado, e o intervalo sugerido está errado.
Portanto, a alternativa correta é a c) Realizar teste molecular para detecção de DNA-HPV oncogênico como exame primário e, em caso de resultado negativo, indicar repetição em intervalo de 5 anos.
De acordo com as Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer de Colo do Útero de 2025, para mulheres assintomáticas entre 30 e 64 anos, o teste primário recomendado é o teste molecular para DNA-HPV oncogênico. Se o resultado for negativo, o exame deve ser repetido em um intervalo maior, de cerca de 5 anos, devido à alta sensibilidade do teste e a baixa chance de evolução rápida do câncer nesse grupo. Assim, a conduta correta para uma mulher de 38 anos que nunca realizou o exame é começar pelo teste molecular e, se negativo, repetir em 5 anos.
Vamos analisar as alternativas: a) está incorreta porque não se dispensa exames laboratoriais; b) está errada porque a incorporação dos testes moleculares vale para mulheres acima de 30 anos, não somente acima dos 45; d) está fora de acordo com a diretriz atual que preferem o teste molecular como primário e não a citologia anual; e) está incorreta porque não se encaminha todas para colposcopia imediata independente do resultado, e o intervalo sugerido está errado.
Portanto, a alternativa correta é a c) Realizar teste molecular para detecção de DNA-HPV oncogênico como exame primário e, em caso de resultado negativo, indicar repetição em intervalo de 5 anos.