Matheus Fernandes
EQUIPE
29/09/2026 • 15:01
Quando falamos sobre práticas seguras no uso de medicamentos, especialmente em estabelecimentos de saúde, estamos tratando de um tema fundamental para evitar erros de medicação, que podem causar sérios danos aos pacientes. O Ministério da Saúde tem diretrizes claras para melhorar a segurança na prescrição, dispensação e administração dos medicamentos.
Um ponto central é a padronização das prescrições. Expressões vagas como 'usar como habitual' ou 'a critério médico' não são recomendadas, pois podem gerar interpretações erradas. Também não é indicado o uso de prescrições manuscritas por conta da dificuldade de leitura, o que aumenta o risco de erro.
Quanto às abreviaturas, o MS recomenda que sejam usadas somente abreviaturas padronizadas na instituição para evitar confusão, e o uso da sigla EV para endovenosa em vez de IV pode ajudar nisso, desde que a instituição padronize essas abreviaturas.
Outro ponto importante é a descrição clara das doses. O Ministério da Saúde recomenda que para unidades não métricas usadas isoladamente, como colher, ampola e frasco, a descrição deve ser feita por extenso para evitar interpretações erradas.
Analisando as alternativas:
a) incorreta, pois expressões como 'usar como habitual' não são recomendadas.
b) incorreta, pois impressões frente e verso podem dificultar a leitura e manuseio da prescrição.
c) incorreta, pois manuscritas prejudicam a legibilidade.
d) correta, desde que haja padronização na instituição.
e) incorreta, pois unidades não métricas devem ser por extenso, mas para que isso seja efetivo, elas não devem ser usadas isoladamente sem indicação clara da dose.
Portanto, a melhor resposta é a letra d.
Um ponto central é a padronização das prescrições. Expressões vagas como 'usar como habitual' ou 'a critério médico' não são recomendadas, pois podem gerar interpretações erradas. Também não é indicado o uso de prescrições manuscritas por conta da dificuldade de leitura, o que aumenta o risco de erro.
Quanto às abreviaturas, o MS recomenda que sejam usadas somente abreviaturas padronizadas na instituição para evitar confusão, e o uso da sigla EV para endovenosa em vez de IV pode ajudar nisso, desde que a instituição padronize essas abreviaturas.
Outro ponto importante é a descrição clara das doses. O Ministério da Saúde recomenda que para unidades não métricas usadas isoladamente, como colher, ampola e frasco, a descrição deve ser feita por extenso para evitar interpretações erradas.
Analisando as alternativas:
a) incorreta, pois expressões como 'usar como habitual' não são recomendadas.
b) incorreta, pois impressões frente e verso podem dificultar a leitura e manuseio da prescrição.
c) incorreta, pois manuscritas prejudicam a legibilidade.
d) correta, desde que haja padronização na instituição.
e) incorreta, pois unidades não métricas devem ser por extenso, mas para que isso seja efetivo, elas não devem ser usadas isoladamente sem indicação clara da dose.
Portanto, a melhor resposta é a letra d.