Matheus Fernandes
EQUIPE
29/09/2026 • 15:01
A questão aborda o manejo inicial da insuficiência respiratória aguda em um paciente idoso com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) avançada e sintomas graves, como dispneia intensa, taquipneia, cianose e baixa saturação de oxigênio.
Primeiro, é fundamental lembrar que pacientes com DPOC podem descompensar e apresentar insuficiência respiratória aguda, que é uma emergência médica. A principal medida imediata é garantir a oxigenação adequada do paciente. A oxigenoterapia deve ser iniciada o quanto antes, mas com cuidado, pois o excesso de oxigênio pode causar retenção de CO2, o chamado efeito hipercápnico, muito comum em DPOC. Portanto, a aplicação do oxigênio deve ser controlada, preferencialmente com monitoramento contínuo da saturação de oxigênio e sinais vitais, ajustando a dose para manter níveis seguros, evitando tanto hipóxia quanto hiperóxia.
A alternativa a) está incorreta porque aguardar uma estabilização espontânea pode levar a piora do quadro, já que o paciente apresenta sinais claros de insuficiência respiratória aguda.
A alternativa c) é incorreta porque pacientes com DPOC podem e devem receber oxigênio quando indicado, porém com cautela e monitoramento, não de forma absoluta evitando o oxigênio.
A alternativa d) também não está correta pois a analgesia, isoladamente, não é a prioridade em um quadro agudo com insuficiência respiratória extrema; o foco é estabilizar a oxigenação e a ventilação.
Portanto, a opção correta é a b), que orienta iniciar oxigenoterapia conforme protocolo, com monitoramento contínuo dos parâmetros clínicos e respiratórios, priorizando a oxigenação adequada e a segurança do paciente.
Primeiro, é fundamental lembrar que pacientes com DPOC podem descompensar e apresentar insuficiência respiratória aguda, que é uma emergência médica. A principal medida imediata é garantir a oxigenação adequada do paciente. A oxigenoterapia deve ser iniciada o quanto antes, mas com cuidado, pois o excesso de oxigênio pode causar retenção de CO2, o chamado efeito hipercápnico, muito comum em DPOC. Portanto, a aplicação do oxigênio deve ser controlada, preferencialmente com monitoramento contínuo da saturação de oxigênio e sinais vitais, ajustando a dose para manter níveis seguros, evitando tanto hipóxia quanto hiperóxia.
A alternativa a) está incorreta porque aguardar uma estabilização espontânea pode levar a piora do quadro, já que o paciente apresenta sinais claros de insuficiência respiratória aguda.
A alternativa c) é incorreta porque pacientes com DPOC podem e devem receber oxigênio quando indicado, porém com cautela e monitoramento, não de forma absoluta evitando o oxigênio.
A alternativa d) também não está correta pois a analgesia, isoladamente, não é a prioridade em um quadro agudo com insuficiência respiratória extrema; o foco é estabilizar a oxigenação e a ventilação.
Portanto, a opção correta é a b), que orienta iniciar oxigenoterapia conforme protocolo, com monitoramento contínuo dos parâmetros clínicos e respiratórios, priorizando a oxigenação adequada e a segurança do paciente.