Camila Duarte
EQUIPE
29/09/2026 • 15:01
Vamos conversar sobre retenção urinária aguda, uma condição que pode causar bastante desconforto e precisa de atenção rápida. A retenção urinária aguda é caracterizada pela incapacidade súbita de urinar, podendo levar a distensão da bexiga e dor intensa, como descrito na questão com o paciente idoso que apresenta dor suprapúbica intensa, distensão vesical palpável e ausência de diurese.
Nesse contexto, o manejo adequado inclui a descompressão rápida da bexiga para aliviar a dor e prevenir complicações, o que geralmente é feito por meio do cateterismo vesical. Essa técnica deve ser executada com técnica asséptica para evitar infecção urinária, e o monitoramento do débito urinário é fundamental para acompanhar a resposta ao tratamento.
Portanto, entre as alternativas, a única correta e condizente com as práticas clínicas recomendadas é a alternativa B, que menciona o cateterismo vesical como medida adequada para o alívio da retenção urinária e monitoramento do paciente. As outras opções, como restrição à observação domiciliar, desconsiderar a urgência da situação ou priorizar curativos locais, não são condutas indicadas nesse caso.
Nesse contexto, o manejo adequado inclui a descompressão rápida da bexiga para aliviar a dor e prevenir complicações, o que geralmente é feito por meio do cateterismo vesical. Essa técnica deve ser executada com técnica asséptica para evitar infecção urinária, e o monitoramento do débito urinário é fundamental para acompanhar a resposta ao tratamento.
Portanto, entre as alternativas, a única correta e condizente com as práticas clínicas recomendadas é a alternativa B, que menciona o cateterismo vesical como medida adequada para o alívio da retenção urinária e monitoramento do paciente. As outras opções, como restrição à observação domiciliar, desconsiderar a urgência da situação ou priorizar curativos locais, não são condutas indicadas nesse caso.