Equipe Gabarite
EQUIPE
29/09/2026 • 13:01
Essa questão aborda um tema muito relevante na área da saúde mental: a intervenção em situações de crise, especialmente quando há risco de auto ou heteroagressividade. O enfoque é na atuação do profissional de enfermagem, que deve usar o processo de enfermagem para nortear suas ações, sempre pautado por uma abordagem humanizada. Isso significa respeitar o paciente, considerando sua dignidade e buscando diminuir sofrimento, evitando medidas agressivas ou desumanizantes quando possível.
No caso específico do uso de contenção mecânica ou química, a literatura e as boas práticas recomendam que essas medidas sejam empregadas apenas em situações extremas, quando há risco real e iminente para o paciente ou para terceiros, e sempre de forma criteriosa e justificada. A contenção não deve ser usada de forma preventiva ou baseada apenas em uma avaliação subjetiva sem respaldo clínico.
Além disso, o recurso a medidas involuntárias precisa ser muito bem fundamentado; se o paciente está colaborativo, não faz sentido impor tais medidas. Quanto ao acionamento da polícia, isso não é uma prática recomendada salvo em situações excepcionais, para evitar aumentar o trauma e instabilidade do paciente. A presença da família, ao contrário do que a afirmativa sugere, deve ser avaliada com cuidado, pois o suporte familiar pode, em muitos casos, colaborar para a estabilidade do paciente e o sucesso da intervenção.
Portanto, a alternativa que melhor representa essas orientações é a letra (a), que fala da contenção apenas em casos extremos com risco real, refletindo o cuidado humanizado e técnico adequado para a intervenção em crises na saúde mental.
No caso específico do uso de contenção mecânica ou química, a literatura e as boas práticas recomendam que essas medidas sejam empregadas apenas em situações extremas, quando há risco real e iminente para o paciente ou para terceiros, e sempre de forma criteriosa e justificada. A contenção não deve ser usada de forma preventiva ou baseada apenas em uma avaliação subjetiva sem respaldo clínico.
Além disso, o recurso a medidas involuntárias precisa ser muito bem fundamentado; se o paciente está colaborativo, não faz sentido impor tais medidas. Quanto ao acionamento da polícia, isso não é uma prática recomendada salvo em situações excepcionais, para evitar aumentar o trauma e instabilidade do paciente. A presença da família, ao contrário do que a afirmativa sugere, deve ser avaliada com cuidado, pois o suporte familiar pode, em muitos casos, colaborar para a estabilidade do paciente e o sucesso da intervenção.
Portanto, a alternativa que melhor representa essas orientações é a letra (a), que fala da contenção apenas em casos extremos com risco real, refletindo o cuidado humanizado e técnico adequado para a intervenção em crises na saúde mental.