Matheus Fernandes
EQUIPE
29/09/2026 • 11:02
Vamos entender primeiro o que são doenças de notificação compulsória. Elas são aquelas que o sistema de saúde exige que sejam comunicadas imediatamente quando identificadas, para que se possa monitorar a situação epidemiológica, controlar surtos e implementar medidas de prevenção. Isso é fundamental para a saúde pública, pois permite respostas rápidas e eficazes.
A Portaria de Consolidação nº 4/GM/MS/2017 do Ministério da Saúde atualiza a lista dessas doenças. Dentre as alternativas, sarampo, dengue e sífilis adquirida fazem parte da lista de doenças de notificação compulsória, pois são doenças infectocontagiosas que podem causar surtos e requerem vigilância constante.
Já a hipertensão arterial sistêmica, embora seja uma condição de saúde importante e de alta prevalência, não está incluída nessa lista de notificação compulsória. Trata-se de uma enfermidade crônica que, apesar de grave, não exige notificação imediata para fins epidemiológicos segundo a portaria mencionada.
Portanto, a exceção na questão, ou seja, a condição que não é considerada de notificação compulsória na portaria, é a hipertensão arterial sistêmica.
A Portaria de Consolidação nº 4/GM/MS/2017 do Ministério da Saúde atualiza a lista dessas doenças. Dentre as alternativas, sarampo, dengue e sífilis adquirida fazem parte da lista de doenças de notificação compulsória, pois são doenças infectocontagiosas que podem causar surtos e requerem vigilância constante.
Já a hipertensão arterial sistêmica, embora seja uma condição de saúde importante e de alta prevalência, não está incluída nessa lista de notificação compulsória. Trata-se de uma enfermidade crônica que, apesar de grave, não exige notificação imediata para fins epidemiológicos segundo a portaria mencionada.
Portanto, a exceção na questão, ou seja, a condição que não é considerada de notificação compulsória na portaria, é a hipertensão arterial sistêmica.