Equipe Gabarite
EQUIPE
29/09/2026 • 11:02
Vamos analisar um caso clássico de insuficiência hepática descompensada, geralmente associada a cirrose avançada. A icterícia, ascite, edema, alteração do estado mental (encefalopatia hepática), e alterações laboratoriais compatíveis, como bilirrubina direta elevada, TAP/INR aumentado, baixa albumina e amônia sérica elevada, são sinais claros da gravidade do quadro.
Dentre as alternativas, precisamos identificar qual conduta é correta segundo a assistência de enfermagem para esse paciente.
Alternativa a) está incorreta porque, em pacientes com encefalopatia hepática, a restrição proteica é recomendada inicialmente para reduzir a produção de amônia, e não dieta hiperproteica.
Alternativa b) está incorreta pois o tratamento da ascite normalmente envolve espironolactona em primeiro lugar, sendo a furosemida usada em associação; furosemida isolada pode causar complicações.
Alternativa c) fala da passagem imediata da sonda nasogástrica para lavagem e quantificação do sangramento antes da estabilização hemodinâmica, o que é inadequado e pode ser perigoso; estabilização do paciente deve preceder procedimentos invasivos.
Alternativa d) fala da administração de lactulose oral ou retal para tratar a encefalopatia hepática, reduzindo a absorção da amônia e monitorando as evacuações quanto à frequência e consistência. Esta conduta é padrão e correta.
Alternativa e) incorreta, porque o flapping (asterixis) não é patognomônico nem exclusivo do coma hepático estágio IV, e não indica por si só transplante imediato sem outras medidas.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.
Dentre as alternativas, precisamos identificar qual conduta é correta segundo a assistência de enfermagem para esse paciente.
Alternativa a) está incorreta porque, em pacientes com encefalopatia hepática, a restrição proteica é recomendada inicialmente para reduzir a produção de amônia, e não dieta hiperproteica.
Alternativa b) está incorreta pois o tratamento da ascite normalmente envolve espironolactona em primeiro lugar, sendo a furosemida usada em associação; furosemida isolada pode causar complicações.
Alternativa c) fala da passagem imediata da sonda nasogástrica para lavagem e quantificação do sangramento antes da estabilização hemodinâmica, o que é inadequado e pode ser perigoso; estabilização do paciente deve preceder procedimentos invasivos.
Alternativa d) fala da administração de lactulose oral ou retal para tratar a encefalopatia hepática, reduzindo a absorção da amônia e monitorando as evacuações quanto à frequência e consistência. Esta conduta é padrão e correta.
Alternativa e) incorreta, porque o flapping (asterixis) não é patognomônico nem exclusivo do coma hepático estágio IV, e não indica por si só transplante imediato sem outras medidas.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.