David Castilho
EQUIPE
29/09/2026 • 10:01
Essa questão aborda um tema muito importante na prática hospitalar: a segurança na administração de medicamentos, especialmente aqueles que apresentam maior risco, como o cloreto de potássio concentrado. O cloreto de potássio em concentração elevada pode causar sérios danos se administrado de forma incorreta, podendo até ser fatal. Por isso, há protocolos para minimizar erros, como troca de ampolas ou doses inadequadas.
No protocolo nacional de segurança do paciente, uma das principais barreiras é a centralização do controle desses medicamentos de alto risco, retirando-os das unidades assistenciais para evitar erros na administração. Isso inclui a retirada das ampolas dos armários do posto, armazenamento controlado, e a execução de dupla checagem por dois profissionais no preparo e administração, garantindo que a dose correta seja manipulada.
Analisando as alternativas, a única que reflete essa prática recomendada pelo protocolo nacional é a letra d), que fala sobre retirar as ampolas das unidades assistenciais, concentrar o controle e realizar dupla checagem no preparo, reduzindo os riscos de erro.
Portanto, a medida correta de barreira de sistema para reduzir o risco é a alternativa d).
No protocolo nacional de segurança do paciente, uma das principais barreiras é a centralização do controle desses medicamentos de alto risco, retirando-os das unidades assistenciais para evitar erros na administração. Isso inclui a retirada das ampolas dos armários do posto, armazenamento controlado, e a execução de dupla checagem por dois profissionais no preparo e administração, garantindo que a dose correta seja manipulada.
Analisando as alternativas, a única que reflete essa prática recomendada pelo protocolo nacional é a letra d), que fala sobre retirar as ampolas das unidades assistenciais, concentrar o controle e realizar dupla checagem no preparo, reduzindo os riscos de erro.
Portanto, a medida correta de barreira de sistema para reduzir o risco é a alternativa d).