Marcos de Castro
EQUIPE
29/09/2026 • 06:01
Essa questão trata da identificação de fatores de risco que indicam a necessidade de encaminhamento da gestante para atendimento de urgência ou emergência obstétrica. Em obstetrícia, é fundamental que os profissionais saibam reconhecer sinais e condições clínicas que podem colocar a gestação e a mãe em risco imediato, exigindo uma avaliação hospitalar rápida e adequada.
Vamos analisar cada alternativa:
a) Nefropatias graves, como insuficiência renal crônica e transplante renal, são condições graves, mas não são necessariamente indicativas de encaminhamento imediato para urgência/emergência obstétrica. Estas gestantes devem ser acompanhadas com cuidado, porém o encaminhamento é mais para referência especializada do que para emergência.
b) Suspeita de pré-eclâmpsia demonstrada por pressão arterial acima de 140/90 após repouso e acompanhada de dor epigástrica caracteriza um quadro que pode evoluir para uma condição grave (eclâmpsia). Essa situação requer avaliação urgente para evitar complicações maternas e fetais.
c) Situação familiar insegura, não aceitação da gravidez e problemas psiquiátricos requerem atenção e acompanhamento, porém não configuram situações de urgência/emergência obstétrica, mas sim de suporte psicossocial e acompanhamento ambulatorial.
d) Doenças hematológicas, como doença falciforme e talassemia, são condições de risco para a gestante, mas o encaminhamento principal é para acompanhamento especializado, não necessariamente urgência/emergência.
e) Portadoras de doenças infecciosas, como hepatites, toxoplasmose, HIV e sífilis terciária, precisam de acompanhamento especializado, porém a presença dessas doenças por si só não representa emergência obstétrica, a menos que se apresentem com complicações clínicas agudas.
Assim, a única alternativa que apresenta um fator de risco que muitas vezes exige encaminhamento imediato para urgência ou emergência obstétrica é a opção b.
Gabarito: b
Vamos analisar cada alternativa:
a) Nefropatias graves, como insuficiência renal crônica e transplante renal, são condições graves, mas não são necessariamente indicativas de encaminhamento imediato para urgência/emergência obstétrica. Estas gestantes devem ser acompanhadas com cuidado, porém o encaminhamento é mais para referência especializada do que para emergência.
b) Suspeita de pré-eclâmpsia demonstrada por pressão arterial acima de 140/90 após repouso e acompanhada de dor epigástrica caracteriza um quadro que pode evoluir para uma condição grave (eclâmpsia). Essa situação requer avaliação urgente para evitar complicações maternas e fetais.
c) Situação familiar insegura, não aceitação da gravidez e problemas psiquiátricos requerem atenção e acompanhamento, porém não configuram situações de urgência/emergência obstétrica, mas sim de suporte psicossocial e acompanhamento ambulatorial.
d) Doenças hematológicas, como doença falciforme e talassemia, são condições de risco para a gestante, mas o encaminhamento principal é para acompanhamento especializado, não necessariamente urgência/emergência.
e) Portadoras de doenças infecciosas, como hepatites, toxoplasmose, HIV e sífilis terciária, precisam de acompanhamento especializado, porém a presença dessas doenças por si só não representa emergência obstétrica, a menos que se apresentem com complicações clínicas agudas.
Assim, a única alternativa que apresenta um fator de risco que muitas vezes exige encaminhamento imediato para urgência ou emergência obstétrica é a opção b.
Gabarito: b