Equipe Gabarite
EQUIPE
29/09/2026 • 06:01
Essa questão aborda um tema bastante importante na obstetrícia: as alterações do volume do líquido amniótico e suas causas, especialmente as fetais. O líquido amniótico é fundamental para o desenvolvimento fetal, e tanto o volume reduzido (oligo-hidrâmnio) quanto o aumentado (poli-hidrâmnio) podem sinalizar problemas diferentes.
Começando pelo oligo-hidrâmnio, trata-se da diminuição anormal do volume do líquido amniótico. Essa condição pode sim ser causada por fatores maternos, fetais ou anexiais. Um dos principais fatores fetais está ligado a problemas que afetam a produção ou eliminação do líquido, como anomalias renais fetais que reduzem a urina fetal, importante componente do líquido amniótico. A alternativa (a) está errada pois afirma que oligo-hidrâmnio não tem relação com fatores fetais, o que não é verdade.
A alternativa (b) também está incorreta, pois a amniorrexe prematura (ruptura precoce da bolsa) e a ingestão de fármacos são causas mais relacionadas à mãe ou anexos e não diretamente fetais. Além disso, nem sempre estão associadas a redução do volume por causa fetal.
Já a alternativa (c) fala que o poli-hidrâmnio é o aumento excessivo do volume do líquido, acima de 2000 ml depois de 30 semanas, e que anomalias do sistema nervoso central podem causar isso. De fato, poli-hidrâmnio é um volume aumentado, e anomalias fetais, incluindo do sistema nervoso central, podem causar incapacidade do feto de engolir líquido, aumentando o volume amniótico. Então essa alternativa está correta.
A alternativa (d) diz que microcefalia e defeitos de tubo neural não aumentam o volume do líquido, mas defeitos do tubo neural, como anencefalia, podem sim estar associados a polihidrâmnio. Portanto essa afirmação está errada.
Por fim, a alternativa (e) fala que causas maternas e anexiais predominam em relação às fetais em oligo e poli-hidrâmnio, o que não é sempre verdade, pois as causas fetais são muito frequentes também.
Portanto, a única alternativa correta é a (c).
Começando pelo oligo-hidrâmnio, trata-se da diminuição anormal do volume do líquido amniótico. Essa condição pode sim ser causada por fatores maternos, fetais ou anexiais. Um dos principais fatores fetais está ligado a problemas que afetam a produção ou eliminação do líquido, como anomalias renais fetais que reduzem a urina fetal, importante componente do líquido amniótico. A alternativa (a) está errada pois afirma que oligo-hidrâmnio não tem relação com fatores fetais, o que não é verdade.
A alternativa (b) também está incorreta, pois a amniorrexe prematura (ruptura precoce da bolsa) e a ingestão de fármacos são causas mais relacionadas à mãe ou anexos e não diretamente fetais. Além disso, nem sempre estão associadas a redução do volume por causa fetal.
Já a alternativa (c) fala que o poli-hidrâmnio é o aumento excessivo do volume do líquido, acima de 2000 ml depois de 30 semanas, e que anomalias do sistema nervoso central podem causar isso. De fato, poli-hidrâmnio é um volume aumentado, e anomalias fetais, incluindo do sistema nervoso central, podem causar incapacidade do feto de engolir líquido, aumentando o volume amniótico. Então essa alternativa está correta.
A alternativa (d) diz que microcefalia e defeitos de tubo neural não aumentam o volume do líquido, mas defeitos do tubo neural, como anencefalia, podem sim estar associados a polihidrâmnio. Portanto essa afirmação está errada.
Por fim, a alternativa (e) fala que causas maternas e anexiais predominam em relação às fetais em oligo e poli-hidrâmnio, o que não é sempre verdade, pois as causas fetais são muito frequentes também.
Portanto, a única alternativa correta é a (c).