Ingrid Nunes
EQUIPE
29/09/2026 • 05:01
Vamos conversar um pouco sobre o pé diabético, que é uma complicação comum em pessoas com Diabetes Mellitus, especialmente aqueles que têm a doença há bastante tempo e não fazem um acompanhamento regular. O pé diabético ocorre principalmente por três fatores principais: neuropatia (lesão nos nervos), isquemia (má circulação) e infecções. Esses fatores podem levar a alterações na pele, deformidades, perda da sensibilidade e até mesmo ao desenvolvimento do chamado pé de Charcot, que é uma deformidade óssea grave.
No caso apresentado, o paciente tem várias características típicas do pé diabético neuropático, como o dedo em garra, pele seca e fissurada, alteração da sensibilidade (sensibilidade protetora alterada), sinal do cacifo positivo (que indica áreas de edema e infiltração de tecidos, típico de neuropatia), e pulso pedial amplo e simétrico, o que mostra que não há comprometimento isquêmico importante. Portanto, a lesão não é do tipo isquêmico, mas sim neuropática. Isso elimina a alternativa a.
A alternativa b erra porque o sinal de cacifo positivo não indica diretamente a presença da pele seca e fissurada, dedo em garra e pé de Charcot, mas sim edema ou lesões profundas. A alternativa c também não está correta, pois a palpação da pele é usada para avaliar temperatura (aumento pode indicar infecção ou inflamação), mas o teste mais útil para avaliar o pé diabético geralmente envolve o uso de monofilamento de 10g para sensibilidade, avaliação vascular e inspeção geral da pele.
A alternativa d é correta: a avaliação anual do pé pelo paciente e profissional de saúde é fundamental para detectar alterações precocemente e prevenir complicações mais graves. Já a alternativa e está incorreta porque as distorções anatômicas e fisiológicas características do pé diabético geralmente aparecem quando o paciente já tem Diabetes mellitus estabelecido, não no estágio de pré-diabetes.
Portanto, a alternativa correta é a d.
No caso apresentado, o paciente tem várias características típicas do pé diabético neuropático, como o dedo em garra, pele seca e fissurada, alteração da sensibilidade (sensibilidade protetora alterada), sinal do cacifo positivo (que indica áreas de edema e infiltração de tecidos, típico de neuropatia), e pulso pedial amplo e simétrico, o que mostra que não há comprometimento isquêmico importante. Portanto, a lesão não é do tipo isquêmico, mas sim neuropática. Isso elimina a alternativa a.
A alternativa b erra porque o sinal de cacifo positivo não indica diretamente a presença da pele seca e fissurada, dedo em garra e pé de Charcot, mas sim edema ou lesões profundas. A alternativa c também não está correta, pois a palpação da pele é usada para avaliar temperatura (aumento pode indicar infecção ou inflamação), mas o teste mais útil para avaliar o pé diabético geralmente envolve o uso de monofilamento de 10g para sensibilidade, avaliação vascular e inspeção geral da pele.
A alternativa d é correta: a avaliação anual do pé pelo paciente e profissional de saúde é fundamental para detectar alterações precocemente e prevenir complicações mais graves. Já a alternativa e está incorreta porque as distorções anatômicas e fisiológicas características do pé diabético geralmente aparecem quando o paciente já tem Diabetes mellitus estabelecido, não no estágio de pré-diabetes.
Portanto, a alternativa correta é a d.