A prevalência de multimorbidade aumenta com a idade, de forma que mais de 2/3...

A prevalência de multimorbidade aumenta com a idade, de forma que mais de 2/3 dos muitos idosos têm duas ou mais doenças crônicas (BRASIL, 2020). No que se refere à hipertensão arterial no idoso, c...


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A prevalência de multimorbidade aumenta com a idade, de forma que mais de 2/3 dos muitos idosos têm duas ou mais doenças crônicas (BRASIL, 2020). No que se refere à hipertensão arterial no idoso, considera-se que
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  • Equipe Gabarite
    Equipe Gabarite EQUIPE
    29/09/2026 • 05:01
    Vamos falar sobre hipertensão arterial em idosos, um assunto muito relevante, já que a prevalência dessa condição aumenta bastante com a idade. É importante entender que essa faixa etária possui características específicas, que influenciam tanto no diagnóstico quanto no tratamento.

    Primeiro, quanto à medida da pressão arterial, em idosos é recomendada a avaliação tanto no consultório quanto fora dele, por meio de automedição ou monitorização ambulatorial, para evitar o efeito do 'branco' e garantir que o diagnóstico seja mais preciso. Logo, a alternativa que fala que só se deve medir no consultório está incorreta.

    Sobre a decisão terapêutica, hoje entende-se que a indicação de tratamento e a meta da pressão arterial devem ser individualizadas, considerando o estado funcional, presença de outras doenças e a fragilidade do paciente, não apenas a idade cronológica ou a condição social.

    O tratamento da hipertensão geralmente reduz o risco cardiovascular, e não provoca comprometimento cognitivo. Na verdade, pode até proteger as funções cognitivas ao reduzir o risco de AVC e outras complicações.

    A fragilidade do idoso deve realmente ser avaliada, pois está associada a maiores riscos e pode modificar a abordagem do tratamento, tornando essa uma consideração importante.

    Por fim, a orientação para restrição do sal deve ser feita com cuidado para evitar redução excessiva, que pode sim levar a problemas como hiponatremia e desnutrição, especialmente em idosos frágeis.

    Analisando as alternativas, a que corresponde ao conhecimento mais atual e correto é a letra "d", que fala da importância de considerar a fragilidade e o status funcional na hipertensão do idoso.
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