Camila Duarte
EQUIPE
29/09/2026 • 05:01
Vamos conversar um pouco sobre as síndromes geriátricas, que são condições clínicas comuns em idosos e que tendem a afetar sua qualidade de vida de forma significativa. Essas síndromes são multifatoriais e frequentemente envolvem interações entre doenças crônicas, alterações fisiológicas do envelhecimento e fatores ambientais.
Agora, analisando as alternativas da questão:
A letra (a) fala que condutas não farmacológicas podem ser efetivas na prevenção e tratamento de síndromes como insuficiência cognitiva e insuficiência respiratória. Isso não está correto, pois, por exemplo, a insuficiência cognitiva tem causas variadas e a abordagem é complexa, geralmente não se reduz apenas a condutas não farmacológicas. Já insuficiência respiratória é uma condição de alta complexidade, normalmente tratada medicamente ou em ambiente hospitalar.
A alternativa (b) relaciona fatores como lentidão de movimentos, comorbidades, diminuição da visão e polifarmácia com a incontinência fecal. Isso é incorreto porque a incontinência fecal em idosos está especialmente associada a causas neurológicas e problemas estruturais, e esses fatores citados não são causas diretas comuns.
Na alternativa (c), diz que excesso de peso, uso de diuréticos, imobilidade e deficiência cognitiva podem causar ou agravar a incontinência urinária, que é uma das síndromes geriátricas principais. Esta afirmação está correta e bem fundamentada na literatura geriátrica.
A alternativa (d) indica que insuficiência renal é uma causa importante de dependência nas atividades de vida diária. Embora insuficiência renal possa impactar a saúde, na prática, as causas mais diretamente ligadas à dependência são mais associadas à fragilidade física, demência e outros fatores.
Por fim, a alternativa (e) fala da dieta mediterrânea, vitaminas D e E, café e exercícios para prevenir a imobilidade. Mesmo que a dieta mediterrânea e exercícios sejam benéficos, o uso de vitamina E não é consenso e o consumo moderado de café não é um fator principal para prevenção da imobilidade.
Portanto, a alternativa correta é a letra c.
Agora, analisando as alternativas da questão:
A letra (a) fala que condutas não farmacológicas podem ser efetivas na prevenção e tratamento de síndromes como insuficiência cognitiva e insuficiência respiratória. Isso não está correto, pois, por exemplo, a insuficiência cognitiva tem causas variadas e a abordagem é complexa, geralmente não se reduz apenas a condutas não farmacológicas. Já insuficiência respiratória é uma condição de alta complexidade, normalmente tratada medicamente ou em ambiente hospitalar.
A alternativa (b) relaciona fatores como lentidão de movimentos, comorbidades, diminuição da visão e polifarmácia com a incontinência fecal. Isso é incorreto porque a incontinência fecal em idosos está especialmente associada a causas neurológicas e problemas estruturais, e esses fatores citados não são causas diretas comuns.
Na alternativa (c), diz que excesso de peso, uso de diuréticos, imobilidade e deficiência cognitiva podem causar ou agravar a incontinência urinária, que é uma das síndromes geriátricas principais. Esta afirmação está correta e bem fundamentada na literatura geriátrica.
A alternativa (d) indica que insuficiência renal é uma causa importante de dependência nas atividades de vida diária. Embora insuficiência renal possa impactar a saúde, na prática, as causas mais diretamente ligadas à dependência são mais associadas à fragilidade física, demência e outros fatores.
Por fim, a alternativa (e) fala da dieta mediterrânea, vitaminas D e E, café e exercícios para prevenir a imobilidade. Mesmo que a dieta mediterrânea e exercícios sejam benéficos, o uso de vitamina E não é consenso e o consumo moderado de café não é um fator principal para prevenção da imobilidade.
Portanto, a alternativa correta é a letra c.