Equipe Gabarite
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29/09/2026 • 03:02
Vamos falar um pouco sobre acolhimento com classificação de risco obstétrico, que é um sistema fundamental para avaliar e priorizar o atendimento de gestantes que chegam ao serviço de urgência ou emergência com queixas relacionadas à gravidez. A ideia é usar sinais e sintomas para definir a urgência do caso, classificando a paciente em cores que indicam a rapidez com que ela precisa ser avaliada e atendida.
No caso apresentado, temos uma gestante com 37 semanas, perda de líquido claro abundante (o que sugere ruptura da bolsa amniótica), dor moderada e contrações a cada 3 a 5 minutos, além de 3 cm de dilatação cervical. Conforme o Manual de Acolhimento com Classificação de Risco em Obstetrícia do Ministério da Saúde (2017), o enfermeiro é o profissional capacitado para realizar esta classificação inicial no acolhimento, para garantir ágil prioridade no atendimento, o que torna incorreta a afirmativa de que somente o médico pode fazer.
Sobre as cores, verde significa casos com pouca urgência, amarelo casos intermediários, e laranja indica necessidade de atendimento prioritário, com sintomas mais intensos ou potencial emergência obstétrica. Contrações muito próximas, dilatação maior, ou sintomas fortes geralmente levam a critérios amarelo ou laranja. Neste contexto, dor moderada e contrações a cada 3 a 5 minutos, somados à perda de líquido e 3 cm de dilatação, indicam consistência para classificação amarela, que exige avaliação rápida, mas não emergência grave (laranja).
Assim, a alternativa correta é a letra c), que sinaliza adequadamente a classificação de risco amarela para a gestante, respeitando o protocolo do Manual do Ministério da Saúde.
No caso apresentado, temos uma gestante com 37 semanas, perda de líquido claro abundante (o que sugere ruptura da bolsa amniótica), dor moderada e contrações a cada 3 a 5 minutos, além de 3 cm de dilatação cervical. Conforme o Manual de Acolhimento com Classificação de Risco em Obstetrícia do Ministério da Saúde (2017), o enfermeiro é o profissional capacitado para realizar esta classificação inicial no acolhimento, para garantir ágil prioridade no atendimento, o que torna incorreta a afirmativa de que somente o médico pode fazer.
Sobre as cores, verde significa casos com pouca urgência, amarelo casos intermediários, e laranja indica necessidade de atendimento prioritário, com sintomas mais intensos ou potencial emergência obstétrica. Contrações muito próximas, dilatação maior, ou sintomas fortes geralmente levam a critérios amarelo ou laranja. Neste contexto, dor moderada e contrações a cada 3 a 5 minutos, somados à perda de líquido e 3 cm de dilatação, indicam consistência para classificação amarela, que exige avaliação rápida, mas não emergência grave (laranja).
Assim, a alternativa correta é a letra c), que sinaliza adequadamente a classificação de risco amarela para a gestante, respeitando o protocolo do Manual do Ministério da Saúde.