David Castilho
EQUIPE
29/09/2026 • 02:01
Vamos conversar um pouco sobre a Profilaxia Pré-Exposição ao HIV, a famosa PrEP. Ela é uma estratégia bastante eficaz para prevenir a infecção pelo HIV em pessoas com maior risco, mas é importante entender o que ela envolve e quais cuidados devem ser observados.
A alternativa A está errada porque a PrEP faz parte das estratégias de prevenção combinada do HIV, que incluem ação contra várias infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Além disso, a afirmação de que o HIV não tem cura enquanto outras ISTs têm, não impede que o diagnóstico seja oportuno para todas elas. Desequilíbrio na informação.
A alternativa B traz um erro sutil: mulheres idosas em viuvez não são o grupo prioritário para a indicação da PrEP no protocolo do Ministério da Saúde. Os grupos realmente prioritários incluem gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH), pessoas trans, profissionais do sexo e parcerias sorodiscordantes, mas não a população citada.
A alternativa C está correta. Indicações para início da PrEP incluem relação sexual anal ou vaginal sem preservativo nos últimos seis meses, múltiplos episódios de IST e/ou uso repetido da Profilaxia Pós-Exposição (PEP) ou sexo desprotegido com parceiros sorodiscordantes ao HIV, conforme consta no protocolo do MS.
A D está incorreta pois, antes da PrEP, é necessário investigar HIV, sífilis, clamídia e gonorreia, hepatites B e C — não hepatite A e E, que não são foco direto nesse rastreamento. Também se avalia função renal e hepática para garantir segurança no uso dos medicamentos.
Por fim, a E está errada porque o uso da PrEP não previne outras ISTs além do HIV, nem hepatites virais. Portanto, o uso de preservativos permanece essencial para proteção contra essas outras infecções.
Portanto, a alternativa correta é a C.
A alternativa A está errada porque a PrEP faz parte das estratégias de prevenção combinada do HIV, que incluem ação contra várias infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Além disso, a afirmação de que o HIV não tem cura enquanto outras ISTs têm, não impede que o diagnóstico seja oportuno para todas elas. Desequilíbrio na informação.
A alternativa B traz um erro sutil: mulheres idosas em viuvez não são o grupo prioritário para a indicação da PrEP no protocolo do Ministério da Saúde. Os grupos realmente prioritários incluem gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH), pessoas trans, profissionais do sexo e parcerias sorodiscordantes, mas não a população citada.
A alternativa C está correta. Indicações para início da PrEP incluem relação sexual anal ou vaginal sem preservativo nos últimos seis meses, múltiplos episódios de IST e/ou uso repetido da Profilaxia Pós-Exposição (PEP) ou sexo desprotegido com parceiros sorodiscordantes ao HIV, conforme consta no protocolo do MS.
A D está incorreta pois, antes da PrEP, é necessário investigar HIV, sífilis, clamídia e gonorreia, hepatites B e C — não hepatite A e E, que não são foco direto nesse rastreamento. Também se avalia função renal e hepática para garantir segurança no uso dos medicamentos.
Por fim, a E está errada porque o uso da PrEP não previne outras ISTs além do HIV, nem hepatites virais. Portanto, o uso de preservativos permanece essencial para proteção contra essas outras infecções.
Portanto, a alternativa correta é a C.