Matheus Fernandes
EQUIPE
29/09/2026 • 01:01
Vamos falar um pouco sobre as diretrizes da American Heart Association (AHA) de 2020 para RCP e atendimento cardiovascular de emergência. Essas diretrizes são atualizadas periodicamente para refletir as melhores práticas baseadas em evidências científicas e melhorar a eficácia das intervenções durante emergências cardíacas. Na edição de 2020, algumas recomendações importantes foram reforçadas ou atualizadas.
Sobre as alternativas, a letra A está correta: as diretrizes reforçam o início imediato da RCP feita por socorristas leigos, pois isso aumenta significativamente as chances de sobrevivência da vítima antes da chegada dos profissionais de saúde. Incentivar a ação rápida e de qualidade por pessoas comuns é uma medida fundamental.
A opção B fala sobre dupla desfibrilação sequencial, que não é uma recomendação rotineira nas diretrizes atuais. Essa técnica ainda é considerada experimental ou de indicação muito específica, mas não é orientação padrão.
A letra C menciona a mensuração da pressão arterial e do ETCO2 durante ressuscitação. A medição do ETCO2 é valorizada como indicador da qualidade da RCP e retorno da circulação espontânea, mas a pressão arterial não é recomendada para monitoramento rotineiro no início da RCP.
Na letra D, a epinefrina deve ser administrada o quanto antes em casos de ritmo não chocável (assistolia ou atividade elétrica sem pulso), e nos ritmos chocáveis o protocolo indica desfibrilar primeiro, mas a recomendação não é esperar o terceiro choque para usar a epinefrina. Na verdade, o uso precoce pode ser benéfico dependendo do cenário.
Por fim, a alternativa E fala que o acesso intraósseo deve ser a primeira opção, porém as diretrizes de 2020 recomendam tentar o acesso intravenoso prioritariamente. O acesso intraósseo é utilizado em situações quando a via intravenosa não é possível com rapidez.
Portanto, a alternativa correta é a letra A.
Sobre as alternativas, a letra A está correta: as diretrizes reforçam o início imediato da RCP feita por socorristas leigos, pois isso aumenta significativamente as chances de sobrevivência da vítima antes da chegada dos profissionais de saúde. Incentivar a ação rápida e de qualidade por pessoas comuns é uma medida fundamental.
A opção B fala sobre dupla desfibrilação sequencial, que não é uma recomendação rotineira nas diretrizes atuais. Essa técnica ainda é considerada experimental ou de indicação muito específica, mas não é orientação padrão.
A letra C menciona a mensuração da pressão arterial e do ETCO2 durante ressuscitação. A medição do ETCO2 é valorizada como indicador da qualidade da RCP e retorno da circulação espontânea, mas a pressão arterial não é recomendada para monitoramento rotineiro no início da RCP.
Na letra D, a epinefrina deve ser administrada o quanto antes em casos de ritmo não chocável (assistolia ou atividade elétrica sem pulso), e nos ritmos chocáveis o protocolo indica desfibrilar primeiro, mas a recomendação não é esperar o terceiro choque para usar a epinefrina. Na verdade, o uso precoce pode ser benéfico dependendo do cenário.
Por fim, a alternativa E fala que o acesso intraósseo deve ser a primeira opção, porém as diretrizes de 2020 recomendam tentar o acesso intravenoso prioritariamente. O acesso intraósseo é utilizado em situações quando a via intravenosa não é possível com rapidez.
Portanto, a alternativa correta é a letra A.