Segundo o Guia Prático de Hanseníase, esta é uma doença crônica, infectoconta...

Segundo o Guia Prático de Hanseníase, esta é uma doença crônica, infectocontagiosa, cujo agente etiológico é o Mycobacterium leprae, um bacilo álcool-ácido resistente que infecta os nervos periféri...


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Segundo o Guia Prático de Hanseníase, esta é uma doença crônica, infectocontagiosa, cujo agente etiológico é o Mycobacterium leprae, um bacilo álcool-ácido resistente que infecta os nervos periféricos e, mais especificamente, as células de Schwann. O exame clínico deve começar pelos nervos cutâneos, para avaliar se estão visíveis, assimétricos, endurecidos, dolorosos ou com sensação de choque. Caso se identifique qualquer alteração nos nervos, deve-se confirmar a anormalidade com o teste da sensibilidade no território inervado (Brasil, 2017 p. 19). Para que o exame físico seja realizado da forma adequada, é essencial que o enfermeiro seja capaz de identificar os nervos palpados. Faça a associação entre as colunas a seguir.
I. Avaliado no pescoço
II. Avaliado nos punhos
III. Avaliado nos pés
IV. Avaliado nos cotovelos
V. Avaliado nos joelhos
VI. Avaliado nos tornozelos
1. Ramo dorsal dos nervos radial e ulnar
2. Fibular superficial e sural
3. Fibular comum
4. Tibial
5. Ulnar
6. Auricular
A associação correta é
Analisando...
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  • Camila Duarte
    Camila Duarte EQUIPE
    29/09/2026 • 00:01
    Vamos falar um pouco sobre a hanseníase e o exame clínico dos nervos periféricos que são importantes para o diagnóstico e acompanhamento da doença. A hanseníase afeta principalmente os nervos periféricos, causando alterações na sensibilidade e motricidade. Por isso, o exame físico costuma focar na avaliação de nervos específicos, palpando-os para verificar alterações como endurecimento, dor, assimetria e, posteriormente, testando a sensibilidade na região que esses nervos inervam.

    No enunciado, temos uma associação entre locais do corpo onde os nervos são avaliados (pescoço, punhos, pés, cotovelos, joelhos e tornozelos) e vários nervos periféricos (ramo dorsal dos nervos radial e ulnar, fibular superficial e sural, fibular comum, tibial, ulnar, auricular).

    Vamos analisar ponto a ponto:
    - I. Pescoço corresponde ao nervo auricular (nervo auricular posterior, ramificação do nervo facial que pode ser avaliado próximo ao pescoço).
    - II. Punhos: na região são avaliados os ramos dorsais dos nervos radial e ulnar, pois passam pela região do punho.
    - III. Pés: nervos fibular superficial e sural geralmente são palpados na região dos pés.
    - IV. Cotovelos: nervo ulnar passa pela região do cotovelo, sendo classicamente palpado ali.
    - V. Joelhos: nervo fibular comum pode ser avaliado próximo ao joelho, especificamente na cabeça da fíbula.
    - VI. Tornozelos: nervo tibial é palpado na região do tornozelo.

    Agora, relacionando as colunas de acordo com essa análise:
    - 1 (ramo dorsal dos nervos radial e ulnar) - II (punhos)
    - 2 (fibular superficial e sural) - III (pés)
    - 3 (fibular comum) - V (joelhos)
    - 4 (tibial) - VI (tornozelos)
    - 5 (ulnar) - IV (cotovelos)
    - 6 (auricular) - I (pescoço)

    O único esquema que apresenta essa associação correta é a letra d). Portanto, o gabarito é a alternativa d).
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