Matheus Fernandes
EQUIPE
29/09/2026 • 00:01
Vamos entender um pouco sobre o papel do enfermeiro no cuidado com as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e as hepatites virais, que são questões importantes na saúde pública brasileira. O Ministério da Saúde possui protocolos claros para o manejo dessas doenças, incluindo diagnóstico, tratamento, notificação e prevenção.
A alternativa (a) está incorreta porque a notificação de sífilis adquirida é compulsória, ou seja, deve ser feita obrigatoriamente para o sistema de vigilância epidemiológica, não sendo uma escolha do enfermeiro. Além disso, embora o tratamento das parcerias sexuais seja importante, a notificação não é opcional.
A alternativa (b) está correta. O tratamento para sífilis primária na atenção básica realmente é feito com Penicilina G Benzatina, e o enfermeiro pode administrar essa medicação, respeitando os protocolos institucionais e as diretrizes do Ministério da Saúde. A prescrição por enfermeiros depende de legislação específica, mas a administração está dentro das atribuições, especialmente em programas e protocolos que autorizam isso.
A alternativa (c) está errada, pois o esquema vacinal para Hepatite B, embora seja altamente eficaz, não garante imunidade vitalícia para 100% das pessoas. Por isso, especialmente para profissionais de saúde expostos a risco, recomenda-se o teste de anti-HBs para verificar a proteção imune.
Quanto à alternativa (d), é falsa porque a amamentação cruzada não é recomendada pela Organização Mundial da Saúde nem pelo Ministério da Saúde para mães HIV positivas. A orientação atual é evitar a amamentação direta para prevenir a transmissão do HIV ao bebê, utilizando fórmulas infantis adequadas.
A alternativa (e) contém erros: a Profilaxia Pós-Exposição ao HIV deve, sim, ser iniciada preferencialmente nas primeiras 72 horas após a exposição, mas a duração padrão do tratamento é de 28 dias, não 90 dias.
Portanto, a única alternativa correta segundo as diretrizes do Ministério da Saúde para o manejo das ISTs no SUS é a alternativa b).
A alternativa (a) está incorreta porque a notificação de sífilis adquirida é compulsória, ou seja, deve ser feita obrigatoriamente para o sistema de vigilância epidemiológica, não sendo uma escolha do enfermeiro. Além disso, embora o tratamento das parcerias sexuais seja importante, a notificação não é opcional.
A alternativa (b) está correta. O tratamento para sífilis primária na atenção básica realmente é feito com Penicilina G Benzatina, e o enfermeiro pode administrar essa medicação, respeitando os protocolos institucionais e as diretrizes do Ministério da Saúde. A prescrição por enfermeiros depende de legislação específica, mas a administração está dentro das atribuições, especialmente em programas e protocolos que autorizam isso.
A alternativa (c) está errada, pois o esquema vacinal para Hepatite B, embora seja altamente eficaz, não garante imunidade vitalícia para 100% das pessoas. Por isso, especialmente para profissionais de saúde expostos a risco, recomenda-se o teste de anti-HBs para verificar a proteção imune.
Quanto à alternativa (d), é falsa porque a amamentação cruzada não é recomendada pela Organização Mundial da Saúde nem pelo Ministério da Saúde para mães HIV positivas. A orientação atual é evitar a amamentação direta para prevenir a transmissão do HIV ao bebê, utilizando fórmulas infantis adequadas.
A alternativa (e) contém erros: a Profilaxia Pós-Exposição ao HIV deve, sim, ser iniciada preferencialmente nas primeiras 72 horas após a exposição, mas a duração padrão do tratamento é de 28 dias, não 90 dias.
Portanto, a única alternativa correta segundo as diretrizes do Ministério da Saúde para o manejo das ISTs no SUS é a alternativa b).