Marcos de Castro
EQUIPE
28/09/2026 • 23:02
Vamos analisar o caso: Ana Carolina está no 6º dia após uma cesariana e apresenta sintomas que sugerem infecção da ferida cirúrgica, como dor local, secreção purulenta e febre alta. Também há hipotensão, sinal de que pode estar com infecção mais grave. A questão aborda possíveis diagnósticos e tratamentos relacionados à infecção pós-cesariana, especialmente envolvendo endometrite e infecção da ferida operatória.
Endometrite é a infecção do endométrio e pode ocorrer tanto após parto vaginal quanto cesariana, mas é mais comum após cesariana. Portanto, a alternativa (a) está incorreta ao afirmar que endometrite é mais frequente no parto vaginal nesse contexto.
A curetagem uterina (alternativa b) não é tratamento de escolha para endometrite. O tratamento é feito com antibióticos específicos para o quadro infeccioso, reservando a curetagem para casos de infecção persistente ou tecido retenido, o que não é o destaque do caso.
Quanto à quantidade de tecido subcutâneo (alternativa c), maior quantidade de tecido adiposo aumenta o risco de infecção da ferida, pois dificulta a circulação local e a cicatrização. Portanto, essa alternativa está incorreta, pois sugere o contrário.
A alternativa (d) lista fatores de risco para infecção da ferida, como diabetes mellitus, insuficiência renal crônica e obesidade, que são reconhecidos fatores que comprometem a cicatrização e aumentam risco infeccioso, sendo portanto uma alternativa correta.
Por fim, a alternativa (e) fala da necessidade imediata de limpeza e ressutura da ferida operatória. Geralmente, nas infecções de ferida cirúrgica, o tratamento imediato envolve drenagem, limpeza, uso de antibióticos e monitoramento. Ressuturar imediatamente em situação de infecção pode piorar o quadro, portanto essa alternativa é incorreta.
Dessa forma, a alternativa correta é a (d).
Endometrite é a infecção do endométrio e pode ocorrer tanto após parto vaginal quanto cesariana, mas é mais comum após cesariana. Portanto, a alternativa (a) está incorreta ao afirmar que endometrite é mais frequente no parto vaginal nesse contexto.
A curetagem uterina (alternativa b) não é tratamento de escolha para endometrite. O tratamento é feito com antibióticos específicos para o quadro infeccioso, reservando a curetagem para casos de infecção persistente ou tecido retenido, o que não é o destaque do caso.
Quanto à quantidade de tecido subcutâneo (alternativa c), maior quantidade de tecido adiposo aumenta o risco de infecção da ferida, pois dificulta a circulação local e a cicatrização. Portanto, essa alternativa está incorreta, pois sugere o contrário.
A alternativa (d) lista fatores de risco para infecção da ferida, como diabetes mellitus, insuficiência renal crônica e obesidade, que são reconhecidos fatores que comprometem a cicatrização e aumentam risco infeccioso, sendo portanto uma alternativa correta.
Por fim, a alternativa (e) fala da necessidade imediata de limpeza e ressutura da ferida operatória. Geralmente, nas infecções de ferida cirúrgica, o tratamento imediato envolve drenagem, limpeza, uso de antibióticos e monitoramento. Ressuturar imediatamente em situação de infecção pode piorar o quadro, portanto essa alternativa é incorreta.
Dessa forma, a alternativa correta é a (d).