David Castilho
EQUIPE
28/09/2026 • 23:02
Vamos falar sobre avaliação física do recém-nascido, um passo essencial para identificar possíveis problemas o quanto antes. Cada característica mencionada nas alternativas está relacionada a aspectos clínicos bastante específicos que os profissionais de saúde precisam conhecer. Por exemplo, a pletora realmente está ligada a casos onde há aumento do volume sanguíneo, como na policitemia, e pode ser observada em recém-nascidos hiperoxigenados ou com hipertermia. Entretanto, pletora não é um hematoma na região ocular, ou seja, essa parte da alternativa a está incorreta.
Já o eritema tóxico é bastante comum e benigno, aparecendo como pápulas ou pústulas no corpo do bebê, mas não se trata de uma infecção bacteriana, muito menos causada por Staphylococcus aureus, como diz a alternativa b. Portanto, alternativa b está errada.
Quanto à icterícia, ela realmente se manifesta com coloração amarelada na pele e é bastante comum no recém-nascido, geralmente aparecendo entre 48 e 120 horas após o nascimento devido ao aumento da bilirrubina, como a alternativa c descreve. Essa informação é correta.
Sobre a prega palmar única, essa é uma característica associada à Síndrome de Down, e não à Síndrome de Turner, além disso, a ausência da prega falangiana no quinto dedo é típica da Síndrome de Down, não hipotonia fetal ou Turner, o que invalida a alternativa d.
Por fim, o perímetro cefálico do recém-nascido a termo geralmente varia entre 33 e 35 cm, e a fita métrica deve passar pela glabela e pela proeminência occipital, mas o valor citado na alternativa e está incorreto (28 a 32 cm é muito pequeno para um recém-nascido a termo).
Assim, a única alternativa correta é a c.
Já o eritema tóxico é bastante comum e benigno, aparecendo como pápulas ou pústulas no corpo do bebê, mas não se trata de uma infecção bacteriana, muito menos causada por Staphylococcus aureus, como diz a alternativa b. Portanto, alternativa b está errada.
Quanto à icterícia, ela realmente se manifesta com coloração amarelada na pele e é bastante comum no recém-nascido, geralmente aparecendo entre 48 e 120 horas após o nascimento devido ao aumento da bilirrubina, como a alternativa c descreve. Essa informação é correta.
Sobre a prega palmar única, essa é uma característica associada à Síndrome de Down, e não à Síndrome de Turner, além disso, a ausência da prega falangiana no quinto dedo é típica da Síndrome de Down, não hipotonia fetal ou Turner, o que invalida a alternativa d.
Por fim, o perímetro cefálico do recém-nascido a termo geralmente varia entre 33 e 35 cm, e a fita métrica deve passar pela glabela e pela proeminência occipital, mas o valor citado na alternativa e está incorreto (28 a 32 cm é muito pequeno para um recém-nascido a termo).
Assim, a única alternativa correta é a c.