Camila Duarte
EQUIPE
28/09/2026 • 23:02
O tema do aleitamento materno envolve diversos aspectos, como conservação do leite materno, sinais de ingurgitamento mamário, tratamento de fissuras, candidíase mamilar e mastite. Vamos analisar cada alternativa à luz do que é preconizado pela literatura e especialmente pelo Brasil (2011), uma referência importante.
A alternativa (a) trata da conservação do leite materno ordenhado pasteurizado. O tempo de conservação correto do leite materno pasteurizado em geladeira é de até 24 horas, e no freezer pode chegar a 3 meses, conforme orientações padrão. Dizer que em geladeira pode ficar 12 horas e no freezer 15 dias está abaixo do tempo recomendado, portanto está incorreto.
A alternativa (b) descreve bem as características do ingurgitamento mamário. O ingurgitamento discreto pode sim ser um sinal positivo de que o leite está descendo, e geralmente não necessita intervenção. Já o ingurgitamento patológico inclui sinais como áreas avermelhadas, edemaciadas, mama bastante distendida, mamilos achatados e dificuldade na pega do bebê. Essas descrições são consistentes com o que o Brasil (2011) descreve, indicando que a alternativa está correta.
A alternativa (c) sugere o uso de tratamentos 'secos' para fissuras como o banho de luz, banho de sol e secador de cabelo. No entanto, esses métodos não são recomendados, pois podem piorar a lesão, ressecar e dificultar a cicatrização. Portanto, essa alternativa está incorreta.
A alternativa (d) diz que o tratamento da candidíase mamilar deve acontecer com mãe e bebê apenas se a criança tiver sinais evidentes, e que o uso de cetoconazol oral maternal só é indicado se o tratamento tópico falhar. Na verdade, recomenda-se o tratamento simultâneo mesmo que os sinais da criança sejam mínimos ou ausentes para interromper a reinfecção. Além disso, o uso oral de cetoconazol deve ser cuidadoso devido aos efeitos colaterais. Portanto, essa alternativa está incorreta ou imprecisa.
A alternativa (e) aborda a mastite, afirmando que ocorre mais frequentemente na 12ª semana após o parto e que é raro nas 2ª e 3ª semanas. Na prática clínica, a mastite acontece mais comumente nas primeiras 6 a 8 semanas pós-parto, com pico em torno da segunda ou terceira semana. A afirmativa está errada quanto ao período de maior ocorrência.
Assim, a única alternativa correta de acordo com Brasil (2011) é a (b).
A alternativa (a) trata da conservação do leite materno ordenhado pasteurizado. O tempo de conservação correto do leite materno pasteurizado em geladeira é de até 24 horas, e no freezer pode chegar a 3 meses, conforme orientações padrão. Dizer que em geladeira pode ficar 12 horas e no freezer 15 dias está abaixo do tempo recomendado, portanto está incorreto.
A alternativa (b) descreve bem as características do ingurgitamento mamário. O ingurgitamento discreto pode sim ser um sinal positivo de que o leite está descendo, e geralmente não necessita intervenção. Já o ingurgitamento patológico inclui sinais como áreas avermelhadas, edemaciadas, mama bastante distendida, mamilos achatados e dificuldade na pega do bebê. Essas descrições são consistentes com o que o Brasil (2011) descreve, indicando que a alternativa está correta.
A alternativa (c) sugere o uso de tratamentos 'secos' para fissuras como o banho de luz, banho de sol e secador de cabelo. No entanto, esses métodos não são recomendados, pois podem piorar a lesão, ressecar e dificultar a cicatrização. Portanto, essa alternativa está incorreta.
A alternativa (d) diz que o tratamento da candidíase mamilar deve acontecer com mãe e bebê apenas se a criança tiver sinais evidentes, e que o uso de cetoconazol oral maternal só é indicado se o tratamento tópico falhar. Na verdade, recomenda-se o tratamento simultâneo mesmo que os sinais da criança sejam mínimos ou ausentes para interromper a reinfecção. Além disso, o uso oral de cetoconazol deve ser cuidadoso devido aos efeitos colaterais. Portanto, essa alternativa está incorreta ou imprecisa.
A alternativa (e) aborda a mastite, afirmando que ocorre mais frequentemente na 12ª semana após o parto e que é raro nas 2ª e 3ª semanas. Na prática clínica, a mastite acontece mais comumente nas primeiras 6 a 8 semanas pós-parto, com pico em torno da segunda ou terceira semana. A afirmativa está errada quanto ao período de maior ocorrência.
Assim, a única alternativa correta de acordo com Brasil (2011) é a (b).