David Castilho
EQUIPE
28/09/2026 • 17:01
Vamos falar sobre um tema muito importante no contexto da saúde pública: a vacinação infantil e o papel dos profissionais de saúde no enfrentamento da resistência vacinal. As vacinas são fundamentais para prevenir doenças e proteger tanto o indivíduo quanto a comunidade, por meio da chamada imunidade coletiva. No entanto, nem sempre os responsáveis pelas crianças aceitam a vacinação, muitas vezes influenciados por informações equivocadas ou fake news, como visto na questão.
Nesse cenário, o técnico de enfermagem tem um papel delicado e essencial: é necessário respeitar a autonomia da família, mas também informar e educar, buscando o entendimento e a adesão às vacinas. O diálogo aberto, respeitoso e informativo é a melhor estratégia para combater a desinformação. Além disso, é importante registrar esses casos para que a equipe de saúde possa planejar ações específicas de educação em saúde voltadas para aquela comunidade, pois a baixa cobertura vacinal pode gerar risco coletivo.
Assim, a conduta correta é orientar a mãe, registrar a recusa e informar a equipe para ações educativas no território, conforme refletem as estratégias do Sistema Único de Saúde no Brasil. As outras alternativas apresentam falhas: não se deve simplesmente aceitar a recusa sem registrar e tentar esclarecer (a), nem é correto terminar o atendimento somente com documentação formal (c), tampouco comunicar diretamente o Conselho Tutelar sem tentar o diálogo educativo, pois a não vacinação não configura automaticamente negligência (d), e não se deve concentrar esforços apenas nas crianças vacinadas, ignorando a população que se recusa (e).
Portanto, a resposta correta é letra b.
Nesse cenário, o técnico de enfermagem tem um papel delicado e essencial: é necessário respeitar a autonomia da família, mas também informar e educar, buscando o entendimento e a adesão às vacinas. O diálogo aberto, respeitoso e informativo é a melhor estratégia para combater a desinformação. Além disso, é importante registrar esses casos para que a equipe de saúde possa planejar ações específicas de educação em saúde voltadas para aquela comunidade, pois a baixa cobertura vacinal pode gerar risco coletivo.
Assim, a conduta correta é orientar a mãe, registrar a recusa e informar a equipe para ações educativas no território, conforme refletem as estratégias do Sistema Único de Saúde no Brasil. As outras alternativas apresentam falhas: não se deve simplesmente aceitar a recusa sem registrar e tentar esclarecer (a), nem é correto terminar o atendimento somente com documentação formal (c), tampouco comunicar diretamente o Conselho Tutelar sem tentar o diálogo educativo, pois a não vacinação não configura automaticamente negligência (d), e não se deve concentrar esforços apenas nas crianças vacinadas, ignorando a população que se recusa (e).
Portanto, a resposta correta é letra b.