Ingrid Nunes
EQUIPE
28/09/2026 • 16:01
Vamos falar sobre o manejo da sífilis na atenção básica, que é um tema fundamental dentro das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). A sífilis primária geralmente se manifesta por uma úlcera genital indolor, de bordas regulares e base endurecida, exatamente como descrito no caso dessa questão. A confirmação do diagnóstico inicia-se com um teste rápido reagente, que indica a presença de sífilis, mas para o manejo adequado, o protocolo do Ministério da Saúde recomenda a realização do VDRL quantitativo como exame complementar para avaliar o título da infecção e monitorar a resposta ao tratamento.
Ao identificarmos um teste rápido reagente e um quadro clínico compatível (úlcera genital indolor), não devemos aguardar o resultado do VDRL para iniciar o tratamento, pois a cicatrização da lesão e a transmissão do microrganismo devem ser rapidamente interrompidas. Ainda, é fundamental a avaliação e orientação dos parceiros sexuais para evitar a propagação da sífilis. A notificação compulsória é obrigatória assim que o caso é diagnosticado para fins de vigilância epidemiológica.
Diante disso, a alternativa mais adequada é a que orienta iniciar o tratamento imediatamente, solicitar VDRL quantitativo para estabelecer o título inicial, orientar avaliação dos parceiros e realizar a notificação, exatamente como descrito na alternativa b). As demais opções apresentam condutas incorretas, como aguardar para iniciar o tratamento, dispensar o VDRL ou solicitar exames que não são rotina na atenção básica para o manejo inicial.
Portanto, gabarito: b.
Ao identificarmos um teste rápido reagente e um quadro clínico compatível (úlcera genital indolor), não devemos aguardar o resultado do VDRL para iniciar o tratamento, pois a cicatrização da lesão e a transmissão do microrganismo devem ser rapidamente interrompidas. Ainda, é fundamental a avaliação e orientação dos parceiros sexuais para evitar a propagação da sífilis. A notificação compulsória é obrigatória assim que o caso é diagnosticado para fins de vigilância epidemiológica.
Diante disso, a alternativa mais adequada é a que orienta iniciar o tratamento imediatamente, solicitar VDRL quantitativo para estabelecer o título inicial, orientar avaliação dos parceiros e realizar a notificação, exatamente como descrito na alternativa b). As demais opções apresentam condutas incorretas, como aguardar para iniciar o tratamento, dispensar o VDRL ou solicitar exames que não são rotina na atenção básica para o manejo inicial.
Portanto, gabarito: b.