Matheus Fernandes
EQUIPE
28/09/2026 • 16:01
Essa questão aborda o manejo da sonda vesical de demora em um paciente idoso com hiperplasia prostática benigna e uso de cateter há 25 dias. O foco principal é garantir a segurança do paciente e aplicar boas práticas durante a visita domiciliar feita pela enfermeira.
Primeiro, vamos lembrar que a sondagem vesical de demora é um procedimento que pode causar complicações se não for manejado adequadamente, como infecção do trato urinário e obstrução do sistema. A avaliação cuidadosa do sistema coletor, conferindo a posição da bolsa, checagem de dobras na sonda e análise do volume e aspecto da urina é essencial para identificar problemas iniciais.
No caso apresentado, a urina está concentrada e há sedimentos no sistema, além de sinais sugestivos de baixa ingestão hídrica. O paciente apresenta desconforto leve e diminuição do fluxo urinário, mas sem febre ou sinais claros de infecção. Irrigação ou troca imediata da sonda sem indicação clínica clara não são recomendadas, pois podem causar mais riscos.
Assim, a conduta mais adequada envolve orientar o paciente para aumentar a ingestão hídrica, verificar a permeabilidade do cateter, ficar atento a sinais de complicação (febre, dor lombar, alterações no padrão urinário), registrar tudo e comunicar a equipe de saúde para avaliar a necessidade da sonda. A alternativa que reflete esse conjunto completo, seguro e alinhado às boas práticas de enfermagem é a letra A.
As outras opções apresentam medidas precipitadas ou incorretas, como irrigação de rotina (letra B), prescrição de tratamento sem confirmação laboratorial (letra C), remoção imediata da sonda (letra D), ou desconexão do sistema para inspeção interna, o que pode aumentar o risco de contaminação (letra E).
Portanto, o gabarito correto é a alternativa A.
Primeiro, vamos lembrar que a sondagem vesical de demora é um procedimento que pode causar complicações se não for manejado adequadamente, como infecção do trato urinário e obstrução do sistema. A avaliação cuidadosa do sistema coletor, conferindo a posição da bolsa, checagem de dobras na sonda e análise do volume e aspecto da urina é essencial para identificar problemas iniciais.
No caso apresentado, a urina está concentrada e há sedimentos no sistema, além de sinais sugestivos de baixa ingestão hídrica. O paciente apresenta desconforto leve e diminuição do fluxo urinário, mas sem febre ou sinais claros de infecção. Irrigação ou troca imediata da sonda sem indicação clínica clara não são recomendadas, pois podem causar mais riscos.
Assim, a conduta mais adequada envolve orientar o paciente para aumentar a ingestão hídrica, verificar a permeabilidade do cateter, ficar atento a sinais de complicação (febre, dor lombar, alterações no padrão urinário), registrar tudo e comunicar a equipe de saúde para avaliar a necessidade da sonda. A alternativa que reflete esse conjunto completo, seguro e alinhado às boas práticas de enfermagem é a letra A.
As outras opções apresentam medidas precipitadas ou incorretas, como irrigação de rotina (letra B), prescrição de tratamento sem confirmação laboratorial (letra C), remoção imediata da sonda (letra D), ou desconexão do sistema para inspeção interna, o que pode aumentar o risco de contaminação (letra E).
Portanto, o gabarito correto é a alternativa A.