Equipe Gabarite
EQUIPE
28/09/2026 • 16:01
Essa questão aborda um cenário muito comum na Atenção Primária à Saúde (APS), principalmente no contexto da Estratégia Saúde da Família: o cuidado a pacientes idosos com múltiplas comorbidades e alta complexidade clínica, que demandam acompanhamento próximo e integrado para evitar complicações e reinternações.
O ponto central envolve a coordenação do cuidado, que é um princípio fundamental da APS, e o Processo de Enfermagem, que orienta a identificação das demandas do paciente, o planejamento e a implementação de ações prioritárias.
Analisando as opções, devemos considerar que o paciente apresenta pressão arterial e glicemia elevadas, sinalizando necessidade de ajuste medicamentoso. Contudo, a visita domiciliar também revelou dúvidas e dificuldades da cuidadora, sinais de hiperemia sacral (indicando risco de lesão por pressão), polifarmácia (uso de oito medicamentos de diferentes serviços, que pode causar erros e interações), e ausência de consulta de acompanhamento após alta hospitalar. Tudo isso precisa ser visto de forma integrada.
A opção (a) foca apenas no ajuste medicamentoso, o que é importante, mas não atende todas as necessidades urgentes identificadas. A (b) prioriza a hiperemia sacral, também importante, porém o risco envolve mais do que só a ferida — a hiperemia indica risco de lesão por pressão, que deve ser prevenida, não só investigada. A (c) sugere encaminhamento para especialistas, o que pode ser necessário, mas a APS deve articular o cuidado antes disso. A (e) fala apenas da polifarmácia, que é um risco, mas não a prioridade isolada.
Já a (d) inclui um conjunto de ações: prevenir lesão por pressão, conciliar medicamentos para evitar erros e interações, orientar a cuidadora (educação em saúde), estratificar riscos e organizar o seguimento multiprofissional após alta, reunindo as necessidades mais urgentes e importantes para a melhora do paciente e sua segurança.
Portanto, a conduta prioritária que melhor atende os princípios da Atenção Primária, coordenação do cuidado e processo de enfermagem é a da alternativa (d).
O ponto central envolve a coordenação do cuidado, que é um princípio fundamental da APS, e o Processo de Enfermagem, que orienta a identificação das demandas do paciente, o planejamento e a implementação de ações prioritárias.
Analisando as opções, devemos considerar que o paciente apresenta pressão arterial e glicemia elevadas, sinalizando necessidade de ajuste medicamentoso. Contudo, a visita domiciliar também revelou dúvidas e dificuldades da cuidadora, sinais de hiperemia sacral (indicando risco de lesão por pressão), polifarmácia (uso de oito medicamentos de diferentes serviços, que pode causar erros e interações), e ausência de consulta de acompanhamento após alta hospitalar. Tudo isso precisa ser visto de forma integrada.
A opção (a) foca apenas no ajuste medicamentoso, o que é importante, mas não atende todas as necessidades urgentes identificadas. A (b) prioriza a hiperemia sacral, também importante, porém o risco envolve mais do que só a ferida — a hiperemia indica risco de lesão por pressão, que deve ser prevenida, não só investigada. A (c) sugere encaminhamento para especialistas, o que pode ser necessário, mas a APS deve articular o cuidado antes disso. A (e) fala apenas da polifarmácia, que é um risco, mas não a prioridade isolada.
Já a (d) inclui um conjunto de ações: prevenir lesão por pressão, conciliar medicamentos para evitar erros e interações, orientar a cuidadora (educação em saúde), estratificar riscos e organizar o seguimento multiprofissional após alta, reunindo as necessidades mais urgentes e importantes para a melhora do paciente e sua segurança.
Portanto, a conduta prioritária que melhor atende os princípios da Atenção Primária, coordenação do cuidado e processo de enfermagem é a da alternativa (d).