Marcos de Castro
EQUIPE
28/09/2026 • 16:01
Vamos falar um pouco sobre ventilação mecânica em pacientes com COVID-19 grave. Essa modalidade de suporte é essencial para pacientes com insuficiência respiratória significativa, permitindo o controle da oxigenação e ventilação quando métodos menos invasivos falham. É fundamental entender as medidas de monitorização, os ajustes necessários e as estratégias que ajudam a melhorar a eficácia da ventilação e prevenir complicações.
A alternativa a menciona monitoramento básico após a instalação da ventilação mecânica, como pressão arterial, ritmo cardíaco e saturação de oxigênio, que são realmente parâmetros essenciais para o cuidado do paciente.
A alternativa b se refere à coleta de gasometria arterial aproximadamente 30 minutos após o ajuste da FiO2, o que é uma prática recomendada para avaliar a resposta do paciente à ventilação e ajustar parâmetros.
A alternativa c fala dos benefícios da posição prona, que melhora a distribuição da ventilação nos pulmões e diminui o risco de lesão pulmonar induzida pela ventilação (VILI), além de ajudar na melhora da relação ventilação/perfusão (V/Q), o que é consenso nas práticas de cuidados intensivos para pacientes com síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA).
Já a alternativa d apresenta a ideia de que não é necessário verificar contraindicações antes da posição prona, o que é incorreto. A posição prona pode ter contraindicações clínicas, como instabilidade hemodinâmica grave, fraturas ou outras condições que impeçam a rotação segura do paciente. Portanto, essa verificação é fundamental para evitar complicações.
Por isso, a alternativa incorreta é a d.
A alternativa a menciona monitoramento básico após a instalação da ventilação mecânica, como pressão arterial, ritmo cardíaco e saturação de oxigênio, que são realmente parâmetros essenciais para o cuidado do paciente.
A alternativa b se refere à coleta de gasometria arterial aproximadamente 30 minutos após o ajuste da FiO2, o que é uma prática recomendada para avaliar a resposta do paciente à ventilação e ajustar parâmetros.
A alternativa c fala dos benefícios da posição prona, que melhora a distribuição da ventilação nos pulmões e diminui o risco de lesão pulmonar induzida pela ventilação (VILI), além de ajudar na melhora da relação ventilação/perfusão (V/Q), o que é consenso nas práticas de cuidados intensivos para pacientes com síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA).
Já a alternativa d apresenta a ideia de que não é necessário verificar contraindicações antes da posição prona, o que é incorreto. A posição prona pode ter contraindicações clínicas, como instabilidade hemodinâmica grave, fraturas ou outras condições que impeçam a rotação segura do paciente. Portanto, essa verificação é fundamental para evitar complicações.
Por isso, a alternativa incorreta é a d.