Marcos de Castro
EQUIPE
28/09/2026 • 15:01
Vamos falar sobre a Doença de Kawasaki, que é uma condição inflamatória que atinge principalmente crianças pequenas e pode causar danos sérios ao coração, especialmente nas artérias coronárias. É fundamental entender suas características clínicas, o mecanismo da doença e o tratamento apropriado para responder corretamente à questão.
A alternativa a) está incorreta porque a Doença de Kawasaki não é transmitida por mosquitos, como o Aedes aegypti, que estão ligados a outras doenças como dengue e zika. Portanto, essa via de transmissão não procede para a Kawasaki.
Já a alternativa b) está errada porque a Doença de Kawasaki não é causada por bactéria, então o uso de antibióticos de amplo espectro não é o tratamento padrão. O tratamento de escolha geralmente envolve imunoglobulina intravenosa e aspirina para reduzir a inflamação e prevenir complicações cardíacas.
A alternativa c) menciona o sinal de Koplik, que é típico do sarampo, e não faz parte dos critérios diagnósticos da Doença de Kawasaki, nem serve para diferenciá-la da febre reumática. Logo, essa opção também está incorreta.
A alternativa d) descreve corretamente os sinais da fase aguda da Doença de Kawasaki: febre persistente por pelo menos cinco dias, língua em aspecto de morango (vinculado a inflamação da mucosa) e congestão conjuntival sem exsudato. Esses são realmente sinais característicos e importantes para o diagnóstico.
Por fim, a alternativa e) está errada porque a vacinação contra o sarampo não é indicada imediatamente após o diagnóstico da Kawasaki, pois no período agudo da doença a vacinação pode ser contraindicada; além disso, a vacina não está relacionada à prevenção de encefalite autoimune neste contexto.
Portanto, a alternativa correta é a d.
A alternativa a) está incorreta porque a Doença de Kawasaki não é transmitida por mosquitos, como o Aedes aegypti, que estão ligados a outras doenças como dengue e zika. Portanto, essa via de transmissão não procede para a Kawasaki.
Já a alternativa b) está errada porque a Doença de Kawasaki não é causada por bactéria, então o uso de antibióticos de amplo espectro não é o tratamento padrão. O tratamento de escolha geralmente envolve imunoglobulina intravenosa e aspirina para reduzir a inflamação e prevenir complicações cardíacas.
A alternativa c) menciona o sinal de Koplik, que é típico do sarampo, e não faz parte dos critérios diagnósticos da Doença de Kawasaki, nem serve para diferenciá-la da febre reumática. Logo, essa opção também está incorreta.
A alternativa d) descreve corretamente os sinais da fase aguda da Doença de Kawasaki: febre persistente por pelo menos cinco dias, língua em aspecto de morango (vinculado a inflamação da mucosa) e congestão conjuntival sem exsudato. Esses são realmente sinais característicos e importantes para o diagnóstico.
Por fim, a alternativa e) está errada porque a vacinação contra o sarampo não é indicada imediatamente após o diagnóstico da Kawasaki, pois no período agudo da doença a vacinação pode ser contraindicada; além disso, a vacina não está relacionada à prevenção de encefalite autoimune neste contexto.
Portanto, a alternativa correta é a d.