David Castilho
EQUIPE
28/09/2026 • 12:02
Estamos lidando aqui com a classificação de risco da dengue segundo um fluxograma que normalmente é usado para ajudar os profissionais de saúde a definir a gravidade do quadro clínico do paciente. Essa classificação geralmente envolve a presença ou ausência de sangramento e sinais de alarme, que são sintomas que indicam um possível agravamento da doença, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, entre outros.
O Grupo A, segundo protocolos reconhecidos no manejo da dengue, costuma ser definido como aquele que compreende pacientes com quadro clínico mais estável, ou seja, que não apresentam sinais de alarme e também não apresentam sangramento. Esse grupo geralmente pode ser manejado com cuidados ambulatoriais, com orientação sobre sinais de alerta para retorno imediato.
Assim, a alternativa correta é a que diz que o Grupo A é caracterizado por pacientes que não apresentam sangramento e estão sem sinais de alarme. Isso torna claras as condições clínicas menos graves do paciente, justificando um acompanhamento menos intensivo comparado aos grupos que apresentam sinais de alarme ou sangramento.
O Grupo A, segundo protocolos reconhecidos no manejo da dengue, costuma ser definido como aquele que compreende pacientes com quadro clínico mais estável, ou seja, que não apresentam sinais de alarme e também não apresentam sangramento. Esse grupo geralmente pode ser manejado com cuidados ambulatoriais, com orientação sobre sinais de alerta para retorno imediato.
Assim, a alternativa correta é a que diz que o Grupo A é caracterizado por pacientes que não apresentam sangramento e estão sem sinais de alarme. Isso torna claras as condições clínicas menos graves do paciente, justificando um acompanhamento menos intensivo comparado aos grupos que apresentam sinais de alarme ou sangramento.